Uma escola inteira inserida no conceito da Educação para Relações Étnico-Raciais (Erer), trabalhando os povos originários, a ancestralidade e combatendo o bullying e o preconceito. Assim está a Emeb Pres. Campos Salles, na Vila Diehl, que se debruçou sobre o tema e envolveu todos os 260 alunos da faixa etária 4 ao 5º ano no assunto.
Com o auxílio da professora Daniele Alves Costa, o Erer passou de conceito teórico ao dia a dia prático das salas de aula, refletindo também nas famílias. Durante todo o ano, os estudantes aprenderam mais sobre brincadeiras indígenas, grafismos africanos e a valorizar a cultura de todos os povos — sem denominar uma melhor do que a outra.

Foto: Fotos Francine Silva/Especial
Durante o Encontro Marcado, projeto já tradicional da escola que ocorre uma vez por mês, os estudantes foram desafiados a desenvolver alguma atividade étnico-racial e a apresentar neste dia para o grande grupo. “A capoeira, por exemplo, chamou muito a atenção das crianças. Tivemos um capoeirista na escola e elas ficaram encantadas”, conta.
Inclusive a festa anual da instituição foi na temática do Erer. “Tivemos apresentações das mais diferentes culturas, fazendo com que fosse uma grande festa dos povos”, detalha.

Foto: Francine Silva/Especial

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