Movidos pela curiosidade e talento, estudantes da Escola Santa Marina, de Canoas, estão desenvolvendo pesquisas que serão apresentadas na Mostra de Ciências e Iniciação Científica (Mocisme). A mostra escolar é uma preparação para a Mostratec, que ocorre em Novo Hamburgo no final de outubro.
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Foto: Matheus de Castro
O lançamento da Mocisme ocorreu no dia 25 de junho e teve uma participação muito especial e que inspirou os alunos. A palestra de abertura foi com Jorge Matheus Rodrigues Simão, fundador da Painter Robot, primeira empresa brasileira a desenvolver robôs para lavagem e pintura de edifícios. O projeto teve início quando Jorge era estudante da Fundação Liberato, em Novo Hamburgo.
No último dia 16, os estudantes da escola de Canoas tiveram o primeiro encontro com seus orientadores de pesquisa. Os trabalhos são baseados nos 14 eixos da Mostratec.
A exposição e apresentação dos projetos na Mocisme ocorre no dia 30 de agosto. A feira reúne trabalhos do ensino infantil ao 9º ano. O trabalho científico vencedor garante vaga na Mostratec.
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Foto: Matheus de Castro
“Essa jornada envolve curiosidade, busca constante, diálogo com o conhecimento existente e, sobretudo, a capacidade de identificar situações reais que merecem atenção, análise e intervenção. Ao propor soluções e refletir sobre os desafios do cotidiano, os estudantes exercitam não apenas o saber, mas também a cidadania”, relata a coordenadora pedagógica geral da escola, Tatiany Espindola, que também reforça a relevância da Mostratec.
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“Ao aproximar nossos projetos dos parâmetros de qualidade e seriedade da Mostratec, reafirmamos que a iniciação científica, mesmo em ambientes escolares, é capaz de gerar conhecimento relevante, promover autonomia e formar cidadãos comprometidos com a realidade em que vivemos.”
A diretora pedagógica, Jaqueline Frank, e a mantenedora, Nilsa Rosa, destacam a importância do projeto escolar no futuro dos estudantes e da sociedade.
“Parabenizamos a todos os envolvidos por fazer da Mocisme um espaço de formação, descoberta e compromisso com o saber. Afinal, é assim que nasce a ciência: quando alguém se permite perguntar “por quê?” — e decide ir atrás da resposta”, diz Jaqueline.