O campeão brasileiro de cubo mágico vendado, o programador gaúcho Israel Fraga da Silva, está em Morro Reuter. É na cidade da Rota Romântica que ocorre o 3º Morro Reuter Cubing, campeonato de cubo mágico, neste final de semana, atraindo participantes de todo o País.
Quem quiser acompanhar as provas de feras e de iniciantes basta ir no Centro de Cultura e na Biblioteca Pública Municipal Erico Verissimo (Rua Anita Garibaldi, ao lado da prefeitura). A visitação do evento, que ocorre neste sábado (16) e domingo (17), é gratuita.

Foto: Susi Mello/GES-Especial
Morador de Porto Alegre, Israel participou das provas neste sábado. Pela manhã, antes de ingressar na biblioteca municipal, onde o silêncio é fundamental para não afetar a concentração dos participantes, ele deu algumas dicas de como se dar bem com o cubo mágico.

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O campeão brasileiro enfatiza a importância de aprender as coisas básicas do cubo mágico, como girar bem o cubo e usar todos os dedos de forma eficaz. Ele também destaca que a prática é fundamental para melhorar os tempos e que é importante treinar regularmente.

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“A melhor dica que posso dar para quem está começando é aprender o método, todos os algoritmos, todas as fórmulas, aprender a executar direito, a mexer direito, fazer todos os movimentos básicos e gire com ambas as mãos. O resto é treinar. Não tem muito segredo nisso”, declarou Israel, que começou a praticar o cubo mágico em 2012 e aprendeu a modalidade vendada em 2013. Ele teve recorde sul-americano em uma das modalidades de vendado e treina regularmente desde 2018.
Craques que inspiram

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Israel não é o único craque na montagem de cubo mágico. Ainda estão Suzane Coelho, Fabio Bini, Maria Cubista, entre outros, que inspiram quem está ingressando nesse universo.
É o caso do estudante Vitor da Rosa Flores, 10 anos, que participa pela primeira vez de um campeonato. Ao lado de seu pai, o empresário Luis Marcelo da Rocha Flores, 40, Vitor conta que aprendeu com os tutoriais de Suzane Coelho. “Tudo foi por causa dela. Por isso estou aqui hoje”, comentou Vitor.

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Com pouco mais de dois anos de prática, Vitor consegue dar algumas orientações para a prática. “Tem que ter memória e capacidade. Tem que querer. Qualquer pessoa pode fazer, não importa a idade. Tem que querer estudar o cubo mágico”, arremata.

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A organizadora do evento, Iara Werner Kolling, conta que o evento busca trazer para o Rio Grande do Sul o maior número de modalidades oficiais que integram campeonatos em nível mundial. “Temos participantes de Bahia, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo”, comenta Iara, que espera apoio para ter novamente em 2026.