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CURIOSIDADE

Lixo de São Leopoldo vira combustível para o transporte coletivo de Novo Hamburgo; entenda a novidade

Parceira vai trazer novidade para testes nos próximos dias

Suelen Schaumloeffel Olkoski
Publicado em: 10/05/2026 às 11h:46 Última atualização: 10/05/2026 às 14h:58
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A mobilidade urbana de Novo Hamburgo vai entrar em uma nova fase de testes com foco na sustentabilidade.

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No próximo dia 20, a Viação Santa Clara (Visac), concessionária responsável pelo transporte coletivo municipal, receberá o primeiro ônibus da região movido a biometano. O veículo, um modelo da marca Volare, é fruto de uma colaboração estratégica entre a Marcopolo, a Agrale e a Ultragaz.

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Volare Fly 10 GV, movido a GNV e biometano, está em testes em Londrina | abc+



Volare Fly 10 GV, movido a GNV e biometano, está em testes em Londrina

Foto: Divulgação Volare

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Durante um período de aproximadamente dez dias, o coletivo circulará por diversas linhas da cidade com o objetivo de validar seu desempenho técnico e operacional. Caso os indicadores de eficiência sejam satisfatórios, a Visac projeta integrar a aquisição de veículos movidos a biogás em seu planejamento futuro de renovação da frota.

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Combustível na cidade vizinha

Um dos grandes diferenciais dessa iniciativa é a origem do combustível.

O biometano é produzido na mais recente unidade da CRVR, localizada no bairro Arroio da Manteiga, em São Leopoldo.

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A planta é o resultado de um investimento de R$ 100 milhões e transforma o gás gerado pela decomposição do lixo em combustível renovável. Essa proximidade logística entre o centro de produção em São Leopoldo e a operação em Novo Hamburgo torna o projeto economicamente atraente.

Experiência no Paraná

A experiência que chega ao Rio Grande do Sul já apresenta resultados em outras regiões do país, como em Londrina.  No município paranaense, a prefeitura e a CMTU finalizam um ciclo de 30 dias de testes com o modelo Volare Fly 10 GV.

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Naquela operação, o veículo demonstrou uma autonomia que varia entre 200 e 250 quilômetros, dependendo da topografia e do perfil de carga. Com capacidade para 54 passageiros, considerando usuários sentados e em pé, o ônibus foi monitorado em nove linhas distintas, permitindo uma análise detalhada de consumo, autonomia, desempenho em diferentes relevos, torque, conforto e eficiência operacional.

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