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INSEGURANÇA

Medo nas passarelas da BR-116, RS-239 e RS-240 cresce após onda de crimes

Reportagem visitou as estruturas e identificou série de problemas, como iluminação precária e acúmulo de lixo que tornam travessias ainda mais inseguras

Publicado em: 15/05/2026 às 07h:00 Última atualização: 15/05/2026 às 22h:45
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Faz duas semanas que o estudante Daniel Thiesen Pinheiro, de 17 anos, teve a vida interrompida em um latrocínio na passarela da Estação Fátima, em Canoas.

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O adolescente foi atingido por dois golpes de estilete no pescoço durante uma tentativa de roubo de celular praticada por um menor.

Foi neste mesmo período que uma onda de roubos a pedestres foi registrada em uma passarela que conecta os municípios de Estância Velha e Novo Hamburgo.

Desde então, a sensação de insegurança passou a fazer parte da rotina de quem utiliza as passarelas diariamente ao longo da BR-116, da RS-239 e da RS-240, no Vale do Sinos, e reclamações relativas às condições das estruturas passaram a surgir.

Nesta semana, a reportagem percorreu, durante o dia e também à noite, dezenas de passarelas entre Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio e Canoas e identificou problemas em algumas.

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Passarela da Estação Fátima foi local onde jovem foi assassinado após tentativa de roubo | abc+



Passarela da Estação Fátima foi local onde jovem foi assassinado após tentativa de roubo

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

Nessa radiografia, 52 passarelas foram fiscalizadas. Duas na RS-239, em Sapiranga, duas na RS-240, em São Leopoldo, e 42 na BR-116, entre Novo Hamburgo e Estância Velha até Canoas, e outras seis passarelas fora do eixo da BR-116, ao longo da Avenida Guilherme Schell, em Canoas.

Em pelo menos oito locais foram identificados problemas, como iluminação deficitária, lixo acumulado nas escadas, rampas de acesso ou corredores da travessia e mato alto no entorno das estruturas, que fazem aumentar o medo de quem utiliza esses locais.

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“Já não basta o medo de ser assaltado ao atravessar, de uns tempos pra cá, ainda precisamos caminhar no meio desse lixão que é nojento e perigoso. Complicado”, desabafa Jéssica Amoedo Batista, 32 anos, moradora de Sapucaia do Sul quando atravessava uma passarela em São Leopoldo.

Escuridão ainda é realidade em passarela onde jovem foi esfaqueado e acabou morrendo

Na passarela da Estação Fátima, em Canoas, o cenário reforça o temor de passageiros e pedestres. Quem desembarca ou acessa o trem precisa atravessar corredores e acessos tomados pela escuridão.

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Em alguns pontos, o breu é quase completo, aumentando a desconfiança em relação a qualquer pessoa que surge no caminho. Mesmo as câmeras instaladas próximo à saída da estação não são suficientes para afastar o medo.

As fotografias registradas pela reportagem não conseguem reproduzir integralmente o ambiente encontrado no local. Isso porque os sensores das câmeras conseguem compensar parte da falta de iluminação, realidade que os olhos percebem de forma muito mais intensa durante a travessia.

No meio do fluxo de passageiros, qualquer abordagem é antecedida por olhares desconfiados. O medo faz com que até um simples pedido de informação seja recebido com cautela.

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Morador de Canoas, Eduardo Junior afirma que a insegurança faz parte da rotina de quem utiliza a estrutura. “Eu fico apreensivo. Como tu pode ver, não tem segurança nos dois lados da passarela. A passarela está abandonada e sem luz. Para quem sai cedo de casa e volta tarde, falta uma estrutura decente”, relata.

Durante o levantamento das 52 passarelas da região, o principal problema encontrado foi a iluminação. Em vários pontos, lâmpadas apagadas criam áreas de sombra que reduzem a circulação de pedestres durante a noite.

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Na passarela da Rua Domingos Martins, ainda em Canoas, os acessos apresentam trechos de completa escuridão nos dois lados da estrutura.

Morador da cidade, Ventus Venturini, 24, afirma já ter sido vítima de assalto em passarelas do município durante o período da enchente de maio de 2024.

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“Fico assustado por não ter iluminação. A gente olha para qualquer pessoa e já desconfia”, conta. A amiga dele, Maria Eduarda Borba Mendes, também de 24 anos, relata que a insegurança é ainda maior para mulheres. “Deveria ter mais luz, principalmente nas escadarias”, afirma.

Travessias raras à noite



Outro ponto observado pela reportagem foi a redução drástica da circulação de pedestres nas passarelas entre Novo Hamburgo e São Leopoldo durante a noite. Após as 20 horas, são raras as pessoas que se arriscam a atravessar pelas passarelas.

“O medo tem feito a gente chamar um motorista de aplicativo para nos levar de um lado para o outro da BR-116, quando seria mais prático e barato simplesmente atravessar a passarela para chegar em casa”, relata o subgerente de uma loja de roupas, Anderson Fernandes, 24.

Uma das exceções no combinado escuridão e insegurança é a passarela Osvaldo Kaiser, que conecta o Centro ao bairro Primavera, em Novo Hamburgo, onde foi constatado maior fluxo de pedestres em razão da presença de iluminação em toda a extensão e monitoramento por câmeras.

Essa passarela virou modelo após uma série de crimes ocorridos no local, especialmente no ano de 2018, como assaltos e até estupro.

O que dizem Dnit, EGR e prefeituras

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) foi consultado sobre os problemas relativos à questão da iluminação nas passarelas. A autarquia, contudo, alega que essa questão compete aos municípios resolverem.

“O Dnit informa que, conforme o art. 30, inciso V, da Constituição Federal, a manutenção e a operação dos sistemas de iluminação instalados em trechos urbanos de rodovias federais são de competência exclusiva dos municípios”, diz nota.

Quanto à conservação das passarelas, o Dnit garante que tem feito sua parte.

“No que diz respeito às atribuições da autarquia, está vigente o contrato de manutenção que contempla intervenções nas passarelas e na rodovia, incluindo serviços de limpeza, roçada e reparos no pavimento asfáltico, com o objetivo de preservar a integridade das estruturas e garantir melhores condições de uso aos usuários”, diz nota encaminhada pela assessoria.

A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) disse o mesmo ao ser questionada sobre as fragilidades da iluminação em uma das passarelas da RS-239.

“Iluminação pública não consta no escopo dos serviços a serem atendidos pela EGR, visto que toda prefeitura cobra do contribuinte uma taxa de iluminação pública para tal atendimento aos seus munícipes.”

A Prefeitura de Canoas disse que vai aguardar o fim das obras na BR-116 para melhorar a iluminação nas passarelas de sua responsabilidade.

Quanto as passarelas junto às estações de trem, município responde que é de competência da Trensurb. Esta, por sua vez, não retornou até o fechamento desta edição.

Procuradas, as prefeituras de Novo Hamburgo, São Leopoldo e Sapiranga não responderam até a publicação desta reportagem.

No começo de maio, as prefeituras de Estância Velha e Novo Hamburgo anunciaram uma ação conjunta para melhorar a segurança na passarela José de Quadros, sobre a BR-116, no limite entre os dois municípios, com instalação de câmeras e novas luminárias.

A ação informada pelos prefeitos das duas cidades foi deflagrada após reportagem do Grupo Sinos revelar a preocupação que levou usuários a afixarem cartazes no local alertando para o risco de assaltos. A passarela liga o bairro Rincão dos Ilhéus, em Estância Velha, ao bairro Operário, em Novo Hamburgo, na altura do I Fashion Outlet.

Limpeza avança, mas ainda há problemas de conservação

Embora a precariedade da iluminação seja apontada pelos usuários como um dos principais fatores de preocupação, outro problema recorrente continua chamando a atenção: a sujeira, o descarte irregular de resíduos e o mato alto no entorno de algumas passarelas. Nesta semana, porém, identificou um cenário diferente do observado há alguns meses.

Se anteriormente muitas estruturas apresentavam acúmulo intenso de lixo, pilhas de sacos descartados, roupas abandonadas e vegetação alta tomando conta das laterais, agora é possível perceber sinais recentes de manutenção.

Em vários pontos, a roçada foi realizada recentemente e o entorno das passarelas apresenta aspecto mais limpo.

Na quarta-feira (13), inclusive, a reportagem encontrou três equipes realizando serviços de manutenção no eixo da BR-116. Duas delas atuavam em São Leopoldo e outra no trecho de Esteio. Em um dos casos, trabalhadores faziam a roçada no entorno da passarela da Rua Caldre Fião, em São Leopoldo.

O cenário indica que o Dnit intensificou recentemente os trabalhos de limpeza e manutenção nas estruturas. Ainda assim, parte dos usuários segue reclamando das condições de conservação em alguns pontos específicos.

Problemas  em passarelas de São Leopoldo

Das 12 passarelas de São Leopoldo, três apresentaram problemas mais evidentes relacionados ao acúmulo de lixo e mato alto. Apesar de pontuais, os locais acabam reforçando a sensação de abandono e insegurança para quem utiliza diariamente as estruturas.

A situação mais crítica foi observada na passarela Scharlau/Santos Dumont, no lado do bairro Santos Dumont, nas proximidades da Rua São Simão.

No local, há uma grande quantidade de lixo acumulado tanto na parte inferior da estrutura quanto na rampa de acesso. Havia restos de móveis, roupas, calçados, pedaços de madeira e sinais de materiais queimados na rampa.

Também foram identificados problemas na passarela da PRF, no lado leste da rodovia, próximo à Rua Presidente Lucena, além da passarela Scharlau Sul, ao lado do antigo prédio da Cassol.

“O fedor é horrível”, relata usuário

Morador do bairro Rio dos Sinos e vendedor em uma loja de tintas na Scharlau, Gerson Rese, 60, utiliza passarelas diariamente e afirma que a sujeira acaba sendo um dos principais problemas enfrentados pelos pedestres.

“Hoje a sujeira é demais. Inclusive fezes e roupa suja. Eu particularmente prefiro usar a rampa do que usar a escada, porque a rampa ainda se conserva mais limpa. É muita sujeira. O fedor é horrível”, afirma.

Rese também diz que nem sempre percebe ações frequentes de limpeza nos locais. “A limpeza raramente acontece. Faz mais de mês já que não é feita limpeza nenhuma”, relata.

Ernani Andrei da Silva, 58, morador do bairro Campina, que também utiliza as passarelas diariamente, entende que parte do problema está relacionada à presença de pessoas em situação de rua que acabam utilizando as estruturas como abrigo temporário.

“Era preciso fazer um trabalho de acolhimento dessas pessoas em local adequado, para que não ficassem pelas ruas ou dormindo nas passarelas, que acabam se tornando um local de abrigo”, afirma.

Segundo ele, o cenário acaba causando desconforto para quem utiliza os acessos diariamente. “Para quem usa passarelas todos os dias é bem complicado passar por algumas, pelo mau cheiro e pelo lixo esparramado”, completa.

Além das questões ligadas à limpeza e ao mato alto, a reportagem também identificou outros problemas em algumas passarelas da região.

Em Esteio, a passarela localizada nas proximidades da Estação Esteio, na altura do Parque de Exposições Assis Brasil e que conecta as avenidas Independência e Presidente Vargas, apresenta vegetação alta e acúmulo de lixo na escadaria central que dá acesso às margens da BR-116.

Já em Canoas, na passarela da Estação Petrobrás, embora a estrutura esteja limpa e com o entorno roçado, outro detalhe chama a atenção. Vários fios pendurados próximos à saída da passarela, alguns praticamente na altura do pescoço, deixam os pedestres suscetíveis a acidentes.

A situação de algumas passarelas

SÃO LEOPOLDO

Passarela do Dnit

Passarela do Dnit | abc+



Passarela do Dnit

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

Uma das passarelas que se sobressaem no quesito limpeza e conservação é a estrutura que existe ao lado da sede do Dnit em São Leopoldo, na Scharlau, em São Leopoldo. Gramado bem aparado, ambiente limpo e conservado se destacam em relação às condições de outras passarelas ao longo da BR-116.

Passarela Scharlau Sul, próximo ao complexo de viadutos da Scharlau

Passarela Scharlau Sul | abc+



Passarela Scharlau Sul

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

Sacos de lixo espalhados na entrada/saída da passarela, ao lado da antiga Cassol, tornam essa uma das passarelas problemáticas no eixo da BR-116.

Apesar de a roçada ter sido feita há pouco tempo, como foi possível perceber durante a fiscalização, os usuários reclamam mesmo da insegurança gerada pela sensação de abandono existente. “É muito lixo e até fezes, faz meses que não realizam uma limpeza decente”, afirma o vendedor Gerson Rese.

Passarela da PRF

Passarela da PRF | abc+



Passarela da PRF

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

No lado oposto ao que fica o posto da Polícia Rodoviária Federal, a quantidade de lixo no entorno da passarela ainda é motivo de preocupação e medo por parte dos pedestres. São restos de poda, sacos com lixo doméstico e resquícios do que a água trouxe ainda durante a enchente de maio de 2024 acumulados no local.

A situação já esteve pior, conforme os pedestres e moradores do entorno, mas ainda está longe de ser um local limpo. “Mau cheiro e (é muito) lixo esparramado”, aponta o aposentado Ernani Andrei da Silva.

Passarela Scharlau/Santos Dumont

Passarela Scharlau/Santos Dumont  | abc+



Passarela Scharlau/Santos Dumont

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

No lado do bairro Santos Dumont, ao lado da Rua São Simão, é a passarela mais insalubre no eixo da 116, no trecho entre Novo Hamburgo e Canoas. Lixo e entulhos de toda ordem ocupam o local.

Queimadas são recorrentes no espaço, seja no lixo acumulado ou por ação de ladrões de cobre, que se abrigam nessa passarela para derreter o material antes de procurar uma empresa de sucata para vender o produto.

Passarela da Rua Caldre Fião

Passarela da Rua Caldre Fião | abc+



Passarela da Rua Caldre Fião

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial

Há uma clara evidência de que as passarelas no eixo da BR-116, entre Novo Hamburgo e Canoas, passaram por um processo de limpeza recente. As passarelas que até poucos meses atrás acumulavam pilhas de entulho, atualmente, estão relativamente limpas.

O mesmo vale para o mato que tomava conta de algumas delas, que estão com o entorno roçado. Na quarta-feira (13), uma equipe contratada pelo Dnit trabalhava na passarela Rua Caldre Fião, que conecta os bairros Fião e Vicentina, comprovando que, de fato, as passarelas passam por um processo geral de limpeza.

Passarela Complexo Viário da Scharlau

Passarela nova no Complexo Viário da Scharlau, em São Leopoldo | abc+



Passarela nova no Complexo Viário da Scharlau, em São Leopoldo

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

Entregue oficialmente em abril, com a visita do ministro dos Transportes, George Santoro, a passarela junto ao Complexo Viário da Scharlau não tem luz o suficiente para iluminar toda a estrutura. No meio dela, à noite, a passagem fica escura. Os únicos pontos de iluminação ficam em postes a cerca de 10 metros da passarela.

CANOAS

Passarela Estação Fátima

Passarela Estação Fátima | abc+



Passarela Estação Fátima

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

A passarela Estação Fátima fica junto à Estação Fátima do trensurb. Estrutura antiga em relação as outras de metal amarelas, recebe uma expressiva movimentação de passageiros do trem, principalmente, nas horas de pico.

No mesmo local, no dia 2 de maio, entre o final da tarde e início da noite, um estudante do IFSul foi vítima de latrocínio. O autor, um menor infrator de 16 anos, cometeu o crime um dia depois de sair da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase). No local, ainda é possível observar a precarização da iluminação.

Passarela Domingos Martins

Passarela Domingos Martins, em Canoas | abc+



Passarela Domingos Martins, em Canoas

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

Próxima ao Hospital Unimed em Canoas, a passarela Domingos Martins também tem problemas de iluminação, principalmente, nas rampas de acesso dos dois lados. Ela conecta o Centro com a Marechal Rondon.

Além do problema nas rampas, outros pontos têm falta de refletores e a iluminação da BR-116 não é suficiente para acabar com a penumbra.

SAPIRANGA

Passarela bairro Oeste

Passarela em Sapiranga, entre os bairros Oeste e Irma | abc+



Passarela em Sapiranga, entre os bairros Oeste e Irma

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

A passarela localizada na RS-239, na altura do km 25 da rodovia, que liga os bairros Oeste e Vila Irma, foi constatado pouca iluminação no lado da Travessia Jaraguá, bairro Vila Irma.

Nas rampas de acesso, principalmente no primeiro lance, a luz existente não é suficiente para iluminar todo o acesso à estrutura. No outro lado, no bairro Oeste, um refletor deixa a visibilidade melhor.

NOVO HAMBURGO

Passarela Osvaldo Kaiser

PAssarela Osvaldo Kaiser, em Novo Hamburgo | abc+



PAssarela Osvaldo Kaiser, em Novo Hamburgo

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

A passarela Osvaldo Kaiser, em Novo Hamburgo, é o exemplo oposto das demais passarelas. Com luzes em toda a extensão da passarela, inclusive, com iluminação nas escadarias a rampas, a estrutura ainda conta com câmeras de monitoramento. A passarela conecta os bairros Primavera e Rio Branco.

Passarela Complexo Viário da Scharlau

Passarela nova no Complexo Viário da Scharlau, em São Leopoldo | abc+



Passarela nova no Complexo Viário da Scharlau, em São Leopoldo

Foto: Geison Concencia/GES-Especial

Entregue oficialmente em abril, com a visita do ministro dos Transportes, George Santoro, a passarela junto ao Complexo Viário da Scharlau, não tem luz o suficiente para iluminar toda a estrutura. No meio dela, à noite, a passagem fica escura. Os únicos pontos de iluminação ficam em postes a cerca de 10 metros da passarela.

Medo nas passarelas da BR-116, RS-239 e RS-240 cresce após onda de crimes
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