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A Vida é Assim

Músico de Taquara canta no réveillon para mãe e irmãs de Cristiano Ronaldo no litoral norte gaúcho

Ruan Victor, de 26 anos, foi convidado para uma apresentação intimista em Xangri-Lá, que marcou a virada do ano e o aniversário de Dolores Aveiro

Dário Gonçalves
Publicado em: 09/01/2026 às 17h:35 Última atualização: 09/01/2026 às 18h:34
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Ruan Victor canta desde criança, muito antes de entender o que era carreira ou profissão. Aos 26 anos, o músico de Taquara viu um desses momentos que parecem improváveis se tornarem realidade na virada do ano: foi ele quem comandou a trilha sonora do réveillon e do aniversário de Maria Dolores dos Santos Aveiro, mãe de Cristiano Ronaldo, em uma apresentação intimista no Litoral Norte gaúcho.

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O músico Ruan Victor (ao centro) com Elma (esq) e Kátia Aveiro (dir), Dolores e Dinis Aveiro (filho de Kátia) | abc+



O músico Ruan Victor (ao centro) com Elma (esq) e Kátia Aveiro (dir), Dolores e Dinis Aveiro (filho de Kátia)

Foto: Arquivo Pessoal

Criado em uma família simples, Ruan aprendeu cedo o valor do trabalho e da persistência. A música sempre esteve presente, mas o caminho foi feito longe dos holofotes. Foram cerca de dez anos tocando em barzinhos, noite após noite, para públicos grandes, pequenos — ou quase inexistentes. “Foi ali que eu virei artista”, resume.

Vieram depois as experiências fora do Estado, em Goiânia e São Paulo, e, aos poucos, o nome passou a circular com mais força. Shows em festas importantes da região, músicas entre as mais tocadas em rádios locais e encontros marcantes, como apresentações ao lado do cantor Daniel e a gravação de um DVD com João Neto e Frederico.

O convite para cantar em Xangri-Lá, no dia 31 de dezembro, fechou 2025 como um ciclo. Recebido por Kátia Aveiro, irmã de CR7, Ruan cantou músicas portuguesas, sertanejo e até Teixeirinha, em um clima informal, entre familiares e amigos vindos de Portugal. “Enquanto eu cantava, passou tudo pela minha cabeça. Ali eu entendi que não era só um show. Era a confirmação de que o caminho fez sentido.”

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Hoje, ele segue fazendo o que sempre fez: cantando, estrada afora. Com fé, gratidão e a certeza de que sonhos também se realizam assim — aos poucos, nota por nota.

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