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IDENTIFICAÇÃO

Mutirão de coleta de DNA de familiares de desaparecidos ocorre em São Leopoldo nesta semana

Mobilização ocorrerá na cidade nesta quinta-feira (14), das 9 horas ao meio-dia, na Praça da Biblioteca

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Publicado em: 11/08/2025 às 09h:25 Última atualização: 11/08/2025 às 09h:28
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São Leopoldo recebe nesta quinta-feira (14), o mutirão nacional de coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. A iniciativa, do Instituto-Geral de Perícias (IGP), ocorrerá das 9 horas ao meio-dia, na Praça das Biblioteca. Organizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o mutirão tem o objetivo de ampliar as ações de identificação de pessoas desaparecidas em todo o Brasil. 

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Rio Grande do Sul é um dos estados que mais contribuem com dados no Banco Nacional de Perfis Genéticos



Rio Grande do Sul é um dos estados que mais contribuem com dados no Banco Nacional de Perfis Genéticos

Foto: : Leonardo Ambrosio | ASCOM IGP

A edição deste ano será a terceira desde o início da campanha, e os resultados de 2024 demonstram a importância da iniciativa. No ano passado, foram coletadas 1.645 amostras, auxiliando na identificação de 35 pessoas. Somente no Rio Grande do Sul, três pessoas foram identificadas graças ao mutirão.

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A participação do Instituto-Geral de Perícias nesta campanha reforça o nosso compromisso com a dignidade das pessoas e com o direito das famílias de obter respostas. Cada perfil genético coletado é uma nova esperança para a identificação de pessoas desaparecidas. Sabemos o impacto que essa dor causa nas famílias, e por isso reforçamos nosso empenho em ampliar o banco de perfis e acelerar as identificações”, afirma o diretor-geral do IGP, Paulo da Cruz Barragan.

Como é feita a coleta de DNA de pessoas desaparecidas

O ideal é que familiares de primeiro grau façam a doação de material genético conforme a seguinte lista de prioridade: filhos(as) biológicos(a)s e o outro genitor, pai e/ou mãe biológicos ou irmãos biológicos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe).  A coleta pode ser feita de duas formas – com um cotonete passado por dentro das bochechas, ou então com uma pequena gota de sangue extraída do dedo.

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Os materiais coletados são encaminhados a um laboratório oficial que analisa a amostra e, estando tudo certo, faz o seu devido encaminhamento para os bancos locais e nacionais de perfis genéticos. É possível até mesmo utilizar o material genético coletado para realizar buscas em bancos de outros países. Para isso, é crucial que o familiar informe sobre a suspeita de desaparecimento em outro país no momento da coleta.

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