Logo quando a turma da faixa etária 3 da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) A Bela Adormecida, no bairro Rondônia, foi acolhida pela professora Carol Martins, no início do ano letivo de 2025, o interesse dos pequenos pelo corpo humano já se revelou. Atentas, as crianças nomeavam as partes do corpo e demonstravam curiosidade sobre como era o corpo “onde não se enxerga”, isto é, por dentro. Foi então que a educadora começou a conduzi-las na trilha investigativa sobre o corpo humano, apresentando os ossos, os músculos e os órgãos como o coração e os pulmões.

Foto: Francine Silva/Especial
“Foi uma pesquisa muito potente, pois eles entenderam não só sobre os seus corpos, mas também sobre o respeito ao corpo do outro”, explica a professora Carol. Tanto é que, na escola, toda troca de fralda ou intervenção na criança é comunicada e solicitada permissão. “Eles aprendem que o corpo delas merece respeito”, destaca a diretora Bruna Patzlaff, ao ressaltar que esse é um ensinamento que se carrega pra vida.
E todo o trabalho de pesquisa está exposto na sala referência, seja nas paredes, nas mesas ou até em móbiles. “Eles foram desenhando o corpo humano ao longo do ano, desenvolvendo a habilidade dos traços durante as propostas. E esse avanço fica nítido na exposição dos materiais na sala”, conta a professora.

Foto: Divulgação

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