Segue até esta quinta-feira (19) a 25ª edição da Feira do Livro de Nova Santa Rita. O evento organizado no Parque de Eventos Olmiro Brandão privilegia, mais que nunca, a formação de pequenos leitores.
Organizada pela Prefeitura de Nova Santa Rita em parceria com o Sesc, a feira conta com bate-papo com autores, espetáculos teatrais, contação de histórias e leitura coletiva.

Foto: PAULO PIRES/GES
CLIQUE E FAÇA PARTE DO GRUPO DE WHATSAPP DO DIÁRIO DE CANOAS.
Coordenadora Geral de Eventos da Prefeitura, Adriana Guglieri explica que a ideia era não perder tempo e garantir um contato maior das crianças com o aprendizado e os livros.
“Montamos a programação e vamos garantir a presença das crianças e contato com espetáculos que ensinem, divirtam e estimulem a leitura e o pensamento”, observa. “Pensamos nas crianças, com carinho, já que são nossos leitores em formação.”
Estudante da Rede Municipal, Gabriel Nunes, 5 anos, acompanhou com entusiasmo a representação teatral que culminou em mágica e brincadeiras no palco montado no Olmiro Brandão nesta quarta-feira (18).
“Eu aprendi que preciso estudar mais para crescer”, disse o menor, ainda encantado com o divertimento lúdico.
Protagonismo
Como não poderia deixar de ser, uma parceria com a Câmara Riograndense do Livro garantiu a presença dos protagonistas de qualquer Feira: os livros, com estantes reunindo de obras clássicas a best-sellers do momento.
Livreira oriunda da capital Porto Alegre, Gabriela Moretto aponta que os livros mais pedidos hoje são sucessos das escritoras Colleen Hoover e Freida McFadden, que despontou desde o fenômeno “A Empregada”.
“É o que mais pedem, não importa onde a gente participe da organização da Feira”, observa. “Até chegam pedindo um outro livro mais específico, mas o que sai mais são as obras escritas pelas norte-americanas.”
Mangás
E a provar que a juventude não vive somente de aparelho celular e vídeos no Tik Tok, entre o material mais procurado pela gurizada nos estandes montados no Olmiro Brandão estavam os mangás.
Sucessos como “One Piece”, “Demon Slayer”, “Naruto” e o mais recente “Jujutsu Kaisen” são atrativos nas gôndolas que fazem meninos e meninas se afundarem nos mangás e esquecerem os gibis da Turma da Mônica e da Marvel.
“Eu gosto do ‘Dragon Ball’ e do ‘One Piece’”, apontou o jovem Leonardo Santos Lima. “O problema é que está caro e minha mãe só deixa eu comprar um a cada 15 dias”, lamentou o menor com 9 anos.