Fundamentadas na Educação para Relações Étnico-Raciais (Erer), a Emeb Eugênio Nelson Ritzel, na Vila Diehl, realiza uma série de atividades com abordagens que despertam o interesse, os conhecimentos e senso crítico dos alunos.
Professora titular dos quintos anos e do projeto de Linguagens Artísticas, Fiama de Carvalho Cezimbra diz que a ideia é trabalhar a questão étnica de forma variada. “No quinto ano, o tema é interdisciplinar, envolvendo todas as formas artísticas”, explica.

Foto: Divulgação
Todo trabalho passa pela curiosidade e pesquisa dos alunos, e aplicação prática. “A partir da amarelinha africana, inserimos dança, material com contexto. Fizeram releituras das obras de Carlão e Xadalu, recebemos a rapper Lady Black, de 13 anos. Promover o protagonismo deles é a chave para se engajarem”, relata. Assim, foram explorados projetos de hip hop, grafite, batalha de rima, sarau, entre outros.
Para Fiama, um dos motivos de sucesso dos trabalhos realizados é que a escola toda se mobiliza para dialogar na mesma linguagem, oferecendo estrutura e materiais diversificados.

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