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DESPEDIDA

"Sonhavam muito com a chegada da Ceci": Amiga relembra história da família que morreu no trecho da morte da BR-116

Acidente no fim de tarde de quinta-feira, em Novo Hamburgo, causou a morte de Neila Patrícia Gomes de Medina, de Débora Juliana Reinheimer Marques e da filha delas, de 1 ano

Publicado em: 15/05/2026 às 13h:52 Última atualização: 15/05/2026 às 14h:10
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Familiares, amigos e conhecidos lembram com carinho a história de Neila Patrícia Gomes de Medina e Débora Juliana Reinheimer Marques, que morreram em um acidente de trânsito na BR-116, em Novo Hamburgo, por volta das 18 horas de quinta-feira (14). A filha do casal, Cecília Marques de Medida, de 1 ano e 1 mês, chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital. [Veja vídeo ao final desta reportagem.]

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Amiga do casal, Aline Brandt | abc+



Amiga do casal, Aline Brandt

Foto: Paola Altneter/GES-Especial

MAIS SOBRE O CASO: Bebê de 1 ano morre após mães perderem a vida no trecho da morte da BR-116

Amiga das mulheres há cerca de seis anos, Aline Brandt, de 50 anos, conta que alegria era a marca registrada delas. “Sonhavam muito com a chegada da Ceci e agora estavam vibrando muito que a Lelê faria a festa de 40 anos dela. Estavam bem alegres e festivas, como sempre foram”, comenta.

A maternidade era planejada e aguardada pelas duas. “Foram algumas tentativas, e, quando a Ceci veio, foi muita alegria. Participei deste momento com elas: chá revelação, depois chá de fralda e, recentemente, a festa de 1 aninho da Ceci. A filha era tudo para elas”, relata.

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No dia a dia, Aline também descreve que o casal estava sempre disposto e era muito prestativo. “Não tinha tempo ruim, onde elas estivessem, sempre era alegria, estavam sempre sorrindo e brincando”, afirma. “Se alguém estava baixo astral, elas já vinham agitando e elevando todo mundo pra cima.”

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As mulheres eram proprietárias de um espaço de eventos, com filiais em Novo Hamburgo e São Leopoldo. “Elas estavam com um projeto novo. A Lelê estava se especializando na parte de gastronomia como chef, então estava montando mesas maravilhosas e deliciosas”, diz.

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A amiga conta que Neila e Débora tratavam o trabalho com muito zelo e comprometimento. “Se dedicavam ao máximo, tudo com muito esmero e muita alegria sempre, fazendo o melhor para todos”, comenta.

Para Aline, o legado que as duas mulheres deixam é de leveza e bom humor. “Elas levaram tanta alegria para as pessoas, organizando as festas, depois com a chegada do salão. Agora elas seguem lá em cima, no céu, trazendo alegria por lá também”, menciona.

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O acidente

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 18 horas de quinta, as três trafegavam pela rodovia, no sentido interior-capital, em um Honda HR-V com placas de São Leopoldo, quando a motorista tentou fazer uma conversão à esquerda e acabou colidindo contra o caminhão, que seguia no sentido contrário.

As mulheres tiveram óbito constatado no local do acidente.

A menina estava no bebê conforto e, com o impacto da batida, foi arremessada para a parte da frente do veículo. Ela foi levada com ferimentos graves ao Hospital Municipal e, ainda durante a noite, transferida ao Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Porto Alegre, onde faleceu.

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O acidente aconteceu no quilômetro 232,5 da rodovia, que faz parte do trecho da morte. No local, não há iluminação.

Despedida

A despedida da família está prevista para começar às 18 horas desta sexta-feira (15), com encerramento às 11 horas do sábado (16). Segundo apuração da reportagem, será realizado um velório coletivo no Cemitério Jardim da Memória, em Novo Hamburgo.

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Veja vídeo

"Sonhavam muito com a chegada da Ceci": Amiga relembra história de família que morreu na BR-116
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