Os municípios da região iniciaram os protocolos de suspensão das vacinas da dengue do Instituto Butantan, aplicadas, segundo prefeituras, em sua totalidade, a profissionais da saúde. A nova medida entrou em vigor após anúncio do Ministério da Saúde, que verificou efeitos adversos severos em 42 pessoas que receberam a dose da Butantan-dv, além de três internações e duas mortes suspeitas.
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Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Em Novo Hamburgo, a Secretaria da Saúde informou que foram aplicadas 308 doses do imunizante, exclusivamente em profissionais da Atenção Primária à Saúde.
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“Até o momento, não há registro de eventos adversos graves que tenham demandado internação hospitalar ou intervenções de maior complexidade. Atualmente, o município ainda possui aproximadamente 40 doses em estoque”, informou a pasta em nota.
A Secretaria de Saúde de São Leopoldo afirma que a vacina contra a dengue do Instituto Butantan foi aplicada, desde março, apenas em profissionais de saúde e não foi registrada nenhuma reação anormal, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura. O número de profissionais imunizados não foi divulgado. Canoas respondeu que segue a normativa do Ministério da Saúde.
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As vacinas produzidas pela Takeda (Qdenga), aplicada no público-alvo da imunização, permanece sem alterações nas recomendações vigentes.
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) se reuniu hoje com o Ministério da Saúde para seguir as orientações recomendadas. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, ainda está sendo levantado as doses que o Rio Grande do Sul recebeu e aplicou.