Ivoti está em festa com a 3ª edição do Festival da Cachaça, que ocorre no Núcleo de Casas Enxaimel, um dos principais pontos turísticos do município. No total, serão seis dias (8,9,10,15,16 e 17 de agosto) sempre de sexta-feira a domingo. A entrada é gratuita, assim como o estacionamento público.

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
Os irmãos Maria Inês Ballardin, 67 anos, Pedro Ballardin, 61 e Clarissa Schneider, 70, são moradores de Ivoti e não perdem um evento no Núcleo. “Estamos quase sempre aqui”, afirma Pedro. Já Clarisse não deixou de provas as cachaças e caipirinhas “A Pina Colada foi a minha predileta.”
Se beber, não dirija
Quem também esteve presente no Vale do Sinos foram os moradores de Nova Santa Rita, Leonardo Wilhelm, 43 anos, Juliana Wilhelm, 45, Lauro Mattos, 54 e Adriana Mattos, 49. “Costumamos vir bastante para Ivoti”, comenta Lauro. Os casais até fizeram um sorteio para decidir quem seria o motorista da rodada, afinal, se beber, não dirija.

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
O sorteado da vez foi Leonardo. “Dessa vez vou aproveitar apenas o passeio e a gastronomia.” Enquanto o restante do grupo não deve deixar passar a estrela da feira. “A cachaça é um atrativo”, confirma Juliana.
Outro casal que utilizou a BR-116 na tarde de sábado (9) foi Jonatan Souza, 37 anos e Renata Carvalho, 25. Eles saíram de Porto Alegre após ficar sabendo do festival pelas redes sociais. “Está muito legal, tem bastante coisa para ver, curtir e degustar”, avalia Souza.
Apesar de estar na 3ª edição, essa é a primeira vez do casal no evento. “Pretendemos voltar.” Questionados sobre qual a degustação predileta, Souza afirma que foi a cachaça de jambu, planta nativa da região amazônica. “Pela adormecida que dá na boca.”

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
Mestres da cachaça
As Cachaçarias Weber Haus, Bockorny e Buchmann estavam em casa no Núcleo de Casas Enxaimel, afinal, são produtoras de Ivoti.
Moyra Weber, 20 anos, explica que a Weber Haus oferece diversos tipos de destilados, como vodka, rum e licores. “Todos são à base da cana-de-açúcar.” A matéria-prima inclusive é produzida em Ivoti.
Entre as novidades apresentadas está o “Morango do Amor”, Moyra conta que a ideia surgiu com o sucesso na internet. “É uma edição limitada de licor de creme de morango. Utilizamos rum na receita.”

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
Guilherme Bockorny, 28 anos, está na 5ª geração da empresa, criada por seu tataravô. “Tudo é feito em alambiques e com produção própria, desde moer a cana, até destilar e chegar ao produto final.”

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial
Já Paulo Buchmann, 79 anos, fabrica cachaças desde 2002, mas abriu a empresa em 2016. “Hoje a cachaça não é mais uma bebida de boteco, está cada vez mais sofisticada e com diversas opções”, completa o empresário e produtor.
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