Apenas iniciou o segundo semestre de 2023 e o famigerado “trecho da morte” na BR-116, entre Dois Irmãos e Novo Hamburgo (quilômetro 227 a 235), já somou dez óbitos em acidentes de trânsito. Eles se deslocavam ao trabalho ou a passeio, mas, nunca conseguiram chegar ao destino. Só em julho, foram dois mortos entre os quilômetros considerados mais críticos.
Foram vidas interrompidas de forma semelhante, deixando a mesma dor e sentimento em amigos e familiares. No trecho de mais risco da BR-116, entre o viaduto de Estância Velha e o bairro Roselândia, em Novo Hamburgo, foram oito mortos. Se contabilizar a partir do bairro Travessão, em Dois Irmãos, até o viaduto de Estância Velha, são dez mortes.

Foto: Júlia Taube/GES-Especial
Das dez vítimas, sete dirigiam motocicleta, caso do último acidente no trecho, que vitimou Cristofer Rafael Marques da Silva, 28, no último dia 22. Conforme a namorada, Cristofer estava indo ao município de Morro Reuter, em um local onde motociclistas costumam se reunir aos finais de semana.
Difícil recomeço
Para a dona de casa Francieli Edi Pedó, viúva de Cláudio Rodrigues dos Santos, 54, a vida segue meio que sem rumo. Ele morreu num acidente em 29 de maio. “Nossas vidas estão de ponta-cabeça sem ele. Estamos reaprendendo a viver. Era um cara exemplar, um baita pai, marido e profissional.”
Cláudio dirigia um caminhão, quando, segundo testemunhas, o motociclista Ricardo Martins da Silveira, 60, que também morreu no acidente, desviou de um pedestre que estava atravessando a rodovia, e aconteceu a colisão. “Meu marido foi desviar do motociclista, acabou saindo da pista e o caminhão tombou”, relembra a viúva.
Prudência e melhorias na rodovia são urgentes
Apenas iniciou o segundo semestre de 2023 e o famigerado “trecho da morte” na BR-116, entre Dois Irmãos e Novo Hamburgo (quilômetro 227 a 235), já somou dez óbitos em acidentes de trânsito. Eles se deslocavam ao trabalho ou a passeio, mas, nunca conseguiram chegar ao destino. Só em julho, foram dois mortos entre os quilômetros considerados mais críticos.
Foram vidas interrompidas de forma semelhante, deixando a mesma dor e sentimento em amigos e familiares. No trecho de mais risco da BR-116, entre o viaduto de Estância Velha e o bairro Roselândia, em Novo Hamburgo, foram oito mortos. Se contabilizar a partir do bairro Travessão, em Dois Irmãos, até o viaduto de Estância Velha, são dez mortes.

Foto: Júlia Taube/GES-Especial
Das dez vítimas, sete dirigiam motocicleta, caso do último acidente no trecho, que vitimou Cristofer Rafael Marques da Silva, 28, no último dia 22. Conforme a namorada, Cristofer estava indo ao município de Morro Reuter, em um local onde motociclistas costumam se reunir aos finais de semana.
Difícil recomeço
Para a dona de casa Francieli Edi Pedó, viúva de Cláudio Rodrigues dos Santos, 54, a vida segue meio que sem rumo. Ele morreu num acidente em 29 de maio. “Nossas vidas estão de ponta-cabeça sem ele. Estamos reaprendendo a viver. Era um cara exemplar, um baita pai, marido e profissional.”
Cláudio dirigia um caminhão, quando, segundo testemunhas, o motociclista Ricardo Martins da Silveira, 60, que também morreu no acidente, desviou de um pedestre que estava atravessando a rodovia, e aconteceu a colisão. “Meu marido foi desviar do motociclista, acabou saindo da pista e o caminhão tombou”, relembra a viúva.