O local que abrigou os primeiros imigrantes germânicos que chegaram a São Leopoldo, em julho de 1824, a Casa do Imigrante, no bairro Feitoria, que sofreu danos com um desabamento há mais de quatro anos, no dia 5 de março de 2019, pode não estar “de pé” no ano em que ocorrerão as comemorações do Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil.

Foto: arquivo/ges-março/2019
Selecionada para participar do projeto Iconicidades (para revitalização de espaços arquitetônicos simbólicos), do governo estadual, no ano passado, a casa continua do mesmo jeito, sem expectativa de quando serão iniciadas as obras de um projeto escolhido em 25 de julho de 2022, há um ano, e até agora sem mostrar maiores avanços fora do papel.
Para 2024
De março de 2019 para cá, a principal preocupação de historiadores e de autoridades é em como recuperar o espaço, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae/RS), principalmente para que este local esteja em condições para o festejo dos 200 anos da imigração germânica, já que São Leopoldo tem o título nacional (oficializado pelo governo federal em 2011) de Berço da Colonização Alemã no Brasil.
Em entrevista ao Jornal VS durante a São Leopoldo Fest, o prefeito Ary Vanazzi reclamou da demora e da burocracia por parte do governo do Estado em tirar do papel os projetos escolhidos no concurso. Apesar disso, a perspectiva de Vanazzi é de que as obras sejam realizadas até 2024.
“Temos discutido com o governo do Estado e com o Museu Histórico, que é quem detém o poder e a propriedade do imóvel. Estamos trabalhando para recuperar a casa, principalmente para depois, ao longo dos anos, construirmos o parque do imigrante, que é a ideia fundamental do projeto.”
Preocupação
Apesar de acreditar que o projeto possa sair do papel para o ano do Bicentenário da Imigração Alemã, Vanazzi mostra preocupação com a demora na liberação dos trâmites por parte do Estado.
“Por enquanto, nós não recebemos o projeto assinado, finalizado, e isso nos preocupa. Estamos aguardando que o Estado nos entregue o projeto, o que ainda não aconteceu por uma questão técnica, burocrática do governo do Estado”, explica Vanazzi.
"Que ninguém espere essa obra pronta em 2024"
O local que abrigou os primeiros imigrantes germânicos que chegaram a São Leopoldo, em julho de 1824, a Casa do Imigrante, no bairro Feitoria, que sofreu danos com um desabamento há mais de quatro anos, no dia 5 de março de 2019, pode não estar “de pé” no ano em que ocorrerão as comemorações do Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil.

Foto: arquivo/ges-março/2019
Selecionada para participar do projeto Iconicidades (para revitalização de espaços arquitetônicos simbólicos), do governo estadual, no ano passado, a casa continua do mesmo jeito, sem expectativa de quando serão iniciadas as obras de um projeto escolhido em 25 de julho de 2022, há um ano, e até agora sem mostrar maiores avanços fora do papel.
Para 2024
De março de 2019 para cá, a principal preocupação de historiadores e de autoridades é em como recuperar o espaço, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae/RS), principalmente para que este local esteja em condições para o festejo dos 200 anos da imigração germânica, já que São Leopoldo tem o título nacional (oficializado pelo governo federal em 2011) de Berço da Colonização Alemã no Brasil.
Em entrevista ao Jornal VS durante a São Leopoldo Fest, o prefeito Ary Vanazzi reclamou da demora e da burocracia por parte do governo do Estado em tirar do papel os projetos escolhidos no concurso. Apesar disso, a perspectiva de Vanazzi é de que as obras sejam realizadas até 2024.
“Temos discutido com o governo do Estado e com o Museu Histórico, que é quem detém o poder e a propriedade do imóvel. Estamos trabalhando para recuperar a casa, principalmente para depois, ao longo dos anos, construirmos o parque do imigrante, que é a ideia fundamental do projeto.”
Preocupação
Apesar de acreditar que o projeto possa sair do papel para o ano do Bicentenário da Imigração Alemã, Vanazzi mostra preocupação com a demora na liberação dos trâmites por parte do Estado.
“Por enquanto, nós não recebemos o projeto assinado, finalizado, e isso nos preocupa. Estamos aguardando que o Estado nos entregue o projeto, o que ainda não aconteceu por uma questão técnica, burocrática do governo do Estado”, explica Vanazzi.
Em nota, Estado diz que projeto está andando, mas não dá prazos
O local que abrigou os primeiros imigrantes germânicos que chegaram a São Leopoldo, em julho de 1824, a Casa do Imigrante, no bairro Feitoria, que sofreu danos com um desabamento há mais de quatro anos, no dia 5 de março de 2019, pode não estar “de pé” no ano em que ocorrerão as comemorações do Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil.

Foto: arquivo/ges-março/2019
Selecionada para participar do projeto Iconicidades (para revitalização de espaços arquitetônicos simbólicos), do governo estadual, no ano passado, a casa continua do mesmo jeito, sem expectativa de quando serão iniciadas as obras de um projeto escolhido em 25 de julho de 2022, há um ano, e até agora sem mostrar maiores avanços fora do papel.
Para 2024
De março de 2019 para cá, a principal preocupação de historiadores e de autoridades é em como recuperar o espaço, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae/RS), principalmente para que este local esteja em condições para o festejo dos 200 anos da imigração germânica, já que São Leopoldo tem o título nacional (oficializado pelo governo federal em 2011) de Berço da Colonização Alemã no Brasil.
Em entrevista ao Jornal VS durante a São Leopoldo Fest, o prefeito Ary Vanazzi reclamou da demora e da burocracia por parte do governo do Estado em tirar do papel os projetos escolhidos no concurso. Apesar disso, a perspectiva de Vanazzi é de que as obras sejam realizadas até 2024.
“Temos discutido com o governo do Estado e com o Museu Histórico, que é quem detém o poder e a propriedade do imóvel. Estamos trabalhando para recuperar a casa, principalmente para depois, ao longo dos anos, construirmos o parque do imigrante, que é a ideia fundamental do projeto.”
Preocupação
Apesar de acreditar que o projeto possa sair do papel para o ano do Bicentenário da Imigração Alemã, Vanazzi mostra preocupação com a demora na liberação dos trâmites por parte do Estado.
“Por enquanto, nós não recebemos o projeto assinado, finalizado, e isso nos preocupa. Estamos aguardando que o Estado nos entregue o projeto, o que ainda não aconteceu por uma questão técnica, burocrática do governo do Estado”, explica Vanazzi.
Projeto de R$ 5 milhões escolhido há um ano
O local que abrigou os primeiros imigrantes germânicos que chegaram a São Leopoldo, em julho de 1824, a Casa do Imigrante, no bairro Feitoria, que sofreu danos com um desabamento há mais de quatro anos, no dia 5 de março de 2019, pode não estar “de pé” no ano em que ocorrerão as comemorações do Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil.

Foto: arquivo/ges-março/2019
Selecionada para participar do projeto Iconicidades (para revitalização de espaços arquitetônicos simbólicos), do governo estadual, no ano passado, a casa continua do mesmo jeito, sem expectativa de quando serão iniciadas as obras de um projeto escolhido em 25 de julho de 2022, há um ano, e até agora sem mostrar maiores avanços fora do papel.
Para 2024
De março de 2019 para cá, a principal preocupação de historiadores e de autoridades é em como recuperar o espaço, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae/RS), principalmente para que este local esteja em condições para o festejo dos 200 anos da imigração germânica, já que São Leopoldo tem o título nacional (oficializado pelo governo federal em 2011) de Berço da Colonização Alemã no Brasil.
Em entrevista ao Jornal VS durante a São Leopoldo Fest, o prefeito Ary Vanazzi reclamou da demora e da burocracia por parte do governo do Estado em tirar do papel os projetos escolhidos no concurso. Apesar disso, a perspectiva de Vanazzi é de que as obras sejam realizadas até 2024.
“Temos discutido com o governo do Estado e com o Museu Histórico, que é quem detém o poder e a propriedade do imóvel. Estamos trabalhando para recuperar a casa, principalmente para depois, ao longo dos anos, construirmos o parque do imigrante, que é a ideia fundamental do projeto.”
Preocupação
Apesar de acreditar que o projeto possa sair do papel para o ano do Bicentenário da Imigração Alemã, Vanazzi mostra preocupação com a demora na liberação dos trâmites por parte do Estado.
“Por enquanto, nós não recebemos o projeto assinado, finalizado, e isso nos preocupa. Estamos aguardando que o Estado nos entregue o projeto, o que ainda não aconteceu por uma questão técnica, burocrática do governo do Estado”, explica Vanazzi.