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Bolo envenenado com arsênico mata adolescente: "Um mimo para a garota mais linda que eu já vi"

Ana Luiza de Oliveira Neves começou a passar mal cerca de 1 hora após comer o doce

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Publicado em: 03/06/2025 às 11h:44 Última atualização: 03/06/2025 às 11h:45
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Uma adolescente de 17 anos confessou ter matado outra ao envenenar um bolo de pote com arsênico. A jovem Ana Luiza de Oliveira Neves recebeu o doce no final da tarde do último sábado (31) na cidade onde morava, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo, com o bilhete: “Um mimo para a garota mais linda que eu já vi”.

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Carta recebida por Ana Luiza de Oliveira Neves com bolo envenenado | abc+



Carta recebida por Ana Luiza de Oliveira Neves com bolo envenenado

Foto: Reprodução

Motivado por ciúmes

Um dia depois, a adolescente morreu vítima de intoxicação alimentar, e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) paulista confirmou que a Polícia Civil pediu a apreensão da suspeita após ouvi-la. Conforme apuração do Metrópoles, ela admitiu que enviou o bolo envenenado “por ciúmes” e que alegou querer apenas “dar um susto” na vítima.

Ana Luiza passou mal menos de uma hora depois de comer o doce e mandou mensagem a um amigo sobre a situação. Ele, então, questionou o fato da jovem ter comido um alimento sem saber a procedência.

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Busca por hospital

A vítima foi levada a um hospital particular pelo pai, em função da piora nos sintomas, onde foi diagnosticada com intoxicação alimentar. Lá, tomou remédio, soro e, após uma melhora no quadro de saúde, foi liberada.

No entanto…

No último domingo (1º), Ana Luiza piorou e foi levada ao pronto-socorro por volta das 16 horas, onde chegou já sem vida, cerca de 24 horas após ingerir o bolo.

Caso semelhante

No fim do ano passado, três mulheres morreram ao comer um bolo envenenado em Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul. A Polícia Civil descobriu que a autora do envenenamento se tratava de Deise Moura dos Anjos, nora da mulher que fez o doce e levou para uma confraternização em família.

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A mulher também era suspeita da morte do sogro, falecido em setembro de 2024. O corpo havia sido exumado em janeiro, quando a perícia encontrou alta quantidade de arsênio no corpo do homem.

Quase no fim do inquérito policial, Deise foi encontrada morta dentro do presídio de Guaíba em 13 de fevereiro deste ano.

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