A partir de quinta-feira (16), o Rio Grande do Sul deve passar por vários dias de instabilidade, com risco de chuva intensa, ventos fortes, descargas elétricas e movimentos de massa. Diante desse cenário, a população precisa acompanhar com atenção as informações divulgadas pelos canais oficiais da Defesa Civil estadual e dos municípios.
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Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial
O risco de deslizamentos exige vigilância extra em áreas vulneráveis, especialmente onde já houve ocorrências anteriores. Conhecer o histórico da região, identificar locais perigosos e entender as orientações do Plano de Contingência da cidade pode fazer diferença na hora de agir com segurança.
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Como agir em cada nível de alerta
No alerta amarelo, de nível moderado, a recomendação é verificar se o risco atinge a área onde a pessoa mora ou circula, consultar informações sobre áreas suscetíveis a deslizamentos e seguir as orientações locais. Também é importante acompanhar o tempo pelos canais oficiais e se manter informado sobre o que fazer em caso de emergência.
Quando o alerta sobe para laranja, a orientação é reduzir ao máximo a exposição aos fenômenos, buscar abrigo durante os temporais, avaliar trajetos e locais de estacionamento, além de preparar um kit de emergência com documentos, água, medicamentos e itens essenciais. Os cuidados também incluem proteção aos animais domésticos e atenção às regras do município.
Sinais de perigo e evacuação imediata
No alerta vermelho, qualquer sinal de instabilidade no terreno ou nas construções deve ser tratado como urgência. Rachaduras em paredes ou no solo, inclinação de árvores e postes, barulhos incomuns e vibrações podem indicar risco iminente de deslizamento. Nesses casos, a orientação é sair imediatamente e comunicar a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros.
Se houver determinação de evacuação, a população deve obedecer às autoridades, permanecer em local seguro até o fim do risco e não voltar para áreas evacuadas antes da liberação oficial. Também é recomendado manter-se informado, inclusive à noite, e, sempre que possível, compartilhar informações com vizinhos e ajudar pessoas mais vulneráveis.
Orientações para risco extremo
No alerta roxo, considerado extremo, a recomendação é sair imediatamente de áreas classificadas como risco e evitar circular perto de locais afetados ou isolados. Quem estiver em local seguro deve permanecer lá até a redução dos fenômenos, seguindo sempre as orientações da Defesa Civil e do plano de contingência municipal.
Além da autoproteção, é importante apoiar pessoas com mobilidade reduzida ou em situação de vulnerabilidade, garantindo que consigam sair com segurança. Após a evacuação, ninguém deve retornar às áreas interditadas antes da autorização oficial das autoridades responsáveis.