Uma equipe da Emergência da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam) esteve na manhã desta quinta-feira (27) realizando monitoramento do nível de oxigênio dissolvido no Rio dos Sinos, em São Leopoldo. No trecho, entre quarta (26) e quinta-feira (27), dezenas de peixes apareceram mortos.

Foto: Divulfação/Fepam
Ainda na quarta-feira, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmam) emitiu nota destacando que o fato pode ser atribuído às condições de calor extremo e estiagem.
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“Como é de conhecimento geral, os peixes dependem do oxigênio dissolvido na água para suas trocas gasosas e respiração, e a solubilidade do oxigênio diminui com o aumento da temperatura. Consequentemente, quanto maior a temperatura, menores são os índices de oxigênio dissolvido na água”, explicou no texto a titular da Semmam, Cláudia Costa.
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De acordo com a Fepam, conforme verificado no monitoramento realizado, os índices de oxigênio dissolvido estão satisfatórios para vida aquática nesta região, porém verificou-se próximo das margens alguns exemplares de peixes mortos, alguns já em estado de putrefação, indicando que a morte ocorreu em dias anteriores em regiões mais acima do rio.
“Os monitoramentos irão continuar para acompanhamento da situação, uma provável causa é a ocorrência de temperaturas muito elevadas e após chuvas fortes, visto que os peixes são sensíveis a variação de temperatura”, explica o órgão.