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SAÚDE PÚBLICA

GRIPE AVIÁRIA: "No momento, risco é para quem teve contato direto com animais infectados", diz Fernando Spilki

Virologista diz que transmissão do vírus para humanos se dá a partir do contato muito próximo com animais; há casos confirmados em Montenegro e Sapucaia do Sul

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Publicado em: 16/05/2025 às 10h:06 Última atualização: 16/05/2025 às 10h:07
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A confirmação de casos de gripe aviária em granja comercial de Montenegro e no Zoológico de Sapucaia do Sul deixa em alerta lideranças do agronegócio e da saúde pública no Rio Grande do Sul e no Brasil. A China já confirmou a suspensão da compra de carne de frango do País.

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Virologista e pró-reitor da Universidade Feevale, Fernando Spilki | abc+



Virologista e pró-reitor da Universidade Feevale, Fernando Spilki

Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial

O virologista Fernando Spilki, que é pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Universidade Feevale, diz que, neste momento, o risco de transmissão do vírus H5N1 é para quem teve contato direto com os animais infectados.

Ele chama atenção, no entanto, que em humanos os sintomas do vírus são semelhantes a outros que já circulam, como H1N1 e a própria Covid-19. “Não há motivo para alarme. É importante, em caso de suspeita, fazer testagem de laboratório”, diz o especialista, frisando que os registros em Montenegro e Sapucaia indicam que há circulação do vírus.

Para Fernando Spilki, neste momento o impacto e a maior preocupação é na produção de carne de frango e ovos. “Haverá impacto. Não se sabe em que proporção, mas haverá. Inclusive os preços podem subir”, comenta o especialista.

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