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H5N1

GRIPE AVIÁRIA: Primeiro foco do ano no RS é confirmado em aves silvestres

Além de aves silvestres, a doença também atinge mamíferos aquáticos como os leões-marinhos e lobos-marinhos

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Publicado em: 12/02/2024 às 11h:39 Última atualização: 12/02/2024 às 11h:40
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Foco de gripe aviária foi confirmada em duas aves silvestres pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Rio Pardo, neste domingo (11). Este é o sexto foco da doença no Rio Grande do Sul, mas o primeiro identificado em 2024.

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Ambas aves são da espécie caraúna (Plegadis chihi)  | abc+



Ambas aves são da espécie caraúna (Plegadis chihi)

Foto: Luiz Malabarba/UFRGS/Divulgação

A notificação, no entanto, não muda o status sanitário do RS e não impacta o comércio de produtos avícolas. Ela também não traz risco no consumo de carne e ovos, já que a doença não é transmitida por meio do consumo.

Infectadas com Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), os animais são da espécie caraúna “maçarico” (Plegadis chihi). Além de aves silvestres, a doença também atinge mamíferos aquáticos como os leões-marinhos e lobos-marinhos.

Caso foi atendido pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO-RS) e amostra foi enviada ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP) que é referência da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

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Gripe aviária

A gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves, mamíferos, cães, gatos, outros animais e até humanos. Os sintomas são respiratórios e neurológicos, e um sinal é a alta mortalidade e súbita dos bichos. 

Caso a população note qualquer um dos sintomas, deve notificar imediatamente à Seapi pela Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) do município pelo WhatsApp (51) 98445-2033 ou e-mail notifica@agricultura.rs.gov.br.

Recomendações para quem cria aves no quintal

A Seapi recomenda que as medidas preventivas sejam reforçadas nos estabelecimentos avícolas e telas, passarinheiras, portões e cumeeiras dos galpões sejam revisados. As fontes, caixas d’água e silos de ração devem ser protegidos do contato com aves de vida livre e os veículos devem ser desinfetados na entrada e saída.

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Ao ingressar na unidade produtiva, é preciso trocar roupas e calçados e pessoas alheias ao processo produtivo não devem ter a entrada permitida nas granjas.

Caso as aves tenham acesso a piquetes ou pátios, o recomendado é que fiquem fechadas em galpões ou galinheiros e os seus bebedouros e comedouros devem ser protegidos, assim o contato com outras de vida livre pode ser evitado.

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Se houver alta mortalidade, que é maior ou igual a 10% em 72 horas, a IDA deve ser contatada. O mesmo no caso de aves com sinais respiratórios, neurológicos ou digestórios.

Recomendações para a população

Já a população, se encontrar aves mortas ou moribundas, o recomendado é não recolher ou encostar. Caso queira adquirir aves, procurar somente casas agropecuárias devidamente autorizadas. Ao encontrar aves com os sintomas, comunicar ao SVO, entre outras orientações.

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