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EM GRAMADO

"Ela tinha um coração enorme": Mulher que morreu atropelada na RS-115 tinha se mudado para novo bairro há apenas dois dias

Vítima estava voltando do trabalho, na quarta-feira (18), quando foi atingida por um veículo

Mônica Pereira
Publicado em: 20/02/2026 às 09h:31 Última atualização: 20/02/2026 às 16h:40
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“Ela tinha um coração enorme, todo mundo gostava dela”. Assim é descrita pelo irmão, Maico Carvalho, Marina Maria de Carvalho, de 33 anos. Ela morreu após ser atropelada, na RS-115, enquanto voltava do trabalho.

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Marina Maria de Carvalho morreu ao ser atropelada, na RS-115



Marina Maria de Carvalho morreu ao ser atropelada, na RS-115

Foto: Divulgação

O acidente aconteceu, na quarta-feira, dia 18, às 22h25. Marina faleceu no local, antes mesmo da chegada das equipes de socorro.

De acordo com a ocorrência do Comando Rodoviário da Brigada Militar, ela foi atingida por um Fiat Siena, com placas de Três Coroas. O motorista, de 41 anos, estava trafegando no sentido Gramado/Três Coroas, quando, próximo do acesso ao bairro Jardim, envolveu-se no atropelamento.

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O óbito de Marina foi constatado pelo Samu e o corpo foi retirado do local por volta das 0h30, depois do isolamento e preservação do local para os trabalhos da perícia, identificação das partes envolvidas e levantamento preliminar das circunstâncias do fato.

Acidente aconteceu próximo ao acesso ao bairro Jardim, em Gramado



Acidente aconteceu próximo ao acesso ao bairro Jardim, em Gramado

Foto: Divulgação

O condutor foi levado à Delegacia de Pronto-Atendimento (DPPA) de Gramado para prestar depoimento e registrar a ocorrência. Conforme a delegada Fernanda Aranha, ele teve resultado negativo no teste de ingestão de álcool.

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“A gente tem que ser forte”

“Está difícil, mas a gente tem que ser forte”, destaca Maico, que foi até o Instituto Médico Legal (IML), em Osório, para acompanhar a liberação do corpo.

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Ele conta que Marina estava fazendo o trajeto a pé ao voltar do mercado, no Centro de Gramado, onde trabalhava há dez anos como repositora. Apesar de estar acostumada a caminhar pela cidade, era uma das primeiras vezes em que ela fazia aquele trajeto a pé.

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“Ela tinha se mudado para o bairro Três Pinheiros há dois dias. Ela não quis esperar pelo namorado, que estava trabalhando, e decidiu ir caminhando”, atesta o irmão.

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Maico destaca que Marina estava feliz com a novidade. “Eu fui no mercado falar com ela, na quarta, e ela estava feliz porque tinha se mudado para um lugar melhor. Estamos em choque em saber que ela morreu”, desabafa.

Para o irmão, Marina sempre será “sua menina”. “Era a nossa única irmã mulher. Eu me lembro muito da festa de 15 anos dela, dos nossos abraços e até das brigas. Vão ficar muitas lembranças boas”, comenta emocionado.

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