Foi em 15 de dezembro de 1954 que Gramado se emancipou do 5º distrito de Taquara.
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Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
A história da cidade, um dos principais destinos turísticos do Brasil, está intrinsecamente ligada à geografia. Antes de se tornar um refúgio de inverno famoso pela neve e pelo chocolate, a região desempenhava um papel fundamental no final do século 19: servia de passagem e descanso para os tropeiros que conduziam o gado pelos Campos de Cima da Serra.
Segundo historiadores locais, foi essa dinâmica que batizou o município. Ao alcançarem o topo da Serra, tanto tropeiros quanto imigrantes encontravam um campo de grama macia e verde, ideal para o repouso e revigoramento das forças. Este “gramado” natural teria dado nome ao local.
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Passados 71 anos, os dados de Gramado impressionam: são pouco mais de 40 mil residentes, que, com o turismo, anualmente ultrapassam a marca de 8 milhões de pessoas de todo o País e mundo que circulam. Na zona rural, mais de 100 produtores e agroindústrias fomentam e vendem seus produtos à nível nacional.
Os números comprovam a vocação econômica do município: o turismo responde por cerca de 86% do Produto Interno Bruto (PIB) local. O setor movimenta anualmente mais de R$ 1,6 bilhão, sustentando uma robusta cadeia de serviços.
Para atender à demanda, a cidade dispõe de uma infraestrutura hoteleira consolidada, com quase 300 estabelecimentos entre hotéis e pousadas, totalizando mais de 20 mil leitos. Além da hospedagem, o setor produtivo também se destaca: as tradicionais fábricas de chocolate são responsáveis pela geração de mais de 2,5 mil empregos diretos.
O que você mais gosta em Gramado e o que espera e deseja para os próximos 71 anos
Nestor Tissot, prefeito de Gramado
O que mais gosta: “De um conjunto de coisas na cidade, com foco na nossa segurança, das flores, do ar que se respira e da felicidade do nosso povo. Ver os sorrisos não tem preço.”
O que esperar: “Turismo é a nossa ferramenta de desenvolvimento, que abrange 100% da economia, estamos trabalhando num futuro próximo na continuidade do equilíbrio do setor e levando investimentos para o interior.”

Foto: Mônica Pereira/GES-ESPECIAL
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Ike Koetz, presidente da Câmara
O que mais gosta: “Para além das belezas e dos encantos, o que me apaixona é a inquietude e a vontade do gramadense de estar sempre inovando, se reinventando e propondo novidades.”
O que esperar: “Quero ver uma Gramado ainda mais potente, pulsante e inovadora, fazendo o inacreditável se tornar realidade. Quero ver esta terra crescer, prosperar e continuar sendo uma cidade tão desejada.”

Foto: Mônica Pereira/GES-ESPECIAL
Patrícia dos Santos, moradora do bairro Casagrande
O que mais gosta: “É essa energia que Gramado tem, do acolher, do receber bem, que veio dos antigos moradores e que faz o visitante querer voltar.”
O que esperar: “Eu desejo que essa energia do gramadense nunca acabe.”

Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
Cristiane da Silva, moradora do Várzea Grande
O que mais gosta: “Da infraestrutura e das oportunidades de trabalho que temos aqui. Vemos saúde e educação tudo fluindo e muito bom.”
O que esperar: “Que continue assim e adiante só melhore.”

Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
Raul Leonardo, morador do Piratini
O que mais gosta: “Gosto muito da segurança e tranquilidade da cidade.”
O que esperar: “Gostaria apenas que baixasse o aluguel, porque é algo importante para quem escolhe morar aqui.”

Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial