Brincadeiras, jogo e diversão. Assim foi o sábado (14) em um empreendimento turístico de Gramado, que recebeu o jogador de basquete, Gui Santos. O atleta, de apenas 22 anos, é o único brasileiro que atua, no momento, na NBA, liga esportiva de ponta do esporte, nos Estados Unidos. Ele é ala-pivô no Golden State Warriors.
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Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
Natural de Brasília, o jogador esteve junto da noiva no NBA Park, na Serra gaúcha. Além de atender aos fãs, com fotos e autógrafos, participou de uma dinâmica nas quadras do parque. Incentivando as crianças e “disputando” com os adultos, ele correu junto de outros 30 visitantes, em uma pequena ação, que contou com dois jovens como vencedores. Eles precisavam correr quicando com a bola e contornar e dar uma volta em cadeira, antes de tentar fazer a cesta.
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O primeiro e segundo colocados receberam prêmios do empreendimento turístico. Mas um momento especial marcou a premiação. Gabriel Cavalcanti, do Pernambuco, tem o jogador como um de seus ídolos no basquete. Além de ficar emocionado em estar ao lado do atleta, Santos demonstrou ainda mais carinho e deu uma camiseta sua do Warriors para o visitante. “Você não vai ir embora sem, vou te dar uma camiseta também”, revelou Gui.
“Sempre que posso, tento dar uma passada aqui”
Essa é a terceira vez que o atleta veio a Gramado. “Gosto muito de Gramado, uma cidade legal, bonita, sempre que posso e estou no Brasil, tento dar uma passada aqui. Vim com minha noiva, já que tem uma vibe romântica”, conta, de forma exclusiva ao ABCmais.
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Para Gui Santos, é um sentimento de gratidão ter esse contato com os fãs daqui. “Passo o ano todo lá, acaba que não tenho muita noção do que passa aqui, mais pelas redes sociais, apoio, e estando aqui é diferente. É ‘massa’ a recepção, como me tratam, é sempre maravilhoso”, explica.
O jogador ficou quase um mês no Brasil. A passagem por Gramado foi rápida também. Já na noite de sábado (14), foi para Porto Alegre, onde pegaria um voo de volta ao país americano. “Já começo a temporada em São Francisco, na evolução e tudo mais”, pontua.
Sobre as especulações de que poderia entrar numa espécie de “pacotão” do time e passar a jogar no Boston Celtics, é enfático. “É difícil a gente confirmar qualquer coisa, os jogadores praticamente sabem junto com a mídia. Na minha cabeça é só treinar, continuar evoluindo, mandando bem, fisicamente e no jogo, para independente do time sempre performar meu melhor. Mas obviamente minha vontade é de ficar, não é de sair, gosto muito da franquia, tenho um carinho muito grande, pessoal gosta de mim também.”

Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
No auge da carreira e tendo o seu pai como inspiração, não titubeia sobre os próximos passos e grandes sonhos. “Profissionalmente falando, obviamente ser campeão da NBA. Além disso, quero muito uma medalha olímpica com a Seleção Brasileira. E quero me manter na liga durante muitos anos, acredito que essas são as três principais que tenho em mente para alcançar”, revela.
Entre os principais desafios, destaca que é se manter em atuação na liga americana. “São 450 atletas, nos 30 times que a NBA tem, é muito complicado se manter, todo ano entra 60 garotos novos, todo ano entra 60 novos talentos. Lógico, tem a questão física, mas o maior desafio de jogar na NBA é se manter lá”, diz.
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Sobre uma volta, diz que não descarta um dia, porém, não agora. “Gosto muito do Brasil, seria mais para o final de carreira, para agradecer o pessoal que me acompanha. Mas meu objetivo é me manter lá durante muitos anos”, reitera.