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RECONHECIMENTO

Jornalismo do Grupo Sinos é destaque em premiações pelo RS

Trabalhos foram reconhecidos pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI), pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) em a parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS), e pelo Ministério Público (MPRS)

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Publicado em: 14/12/2025 às 17h:11 Última atualização: 14/12/2025 às 17h:24
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O trabalho jornalístico de profissionais do Grupo Sinos, publicados nos jornais NH, VS, DC e ABC e no portal ABCmais, receberam destaque na semana passada em diferentes premiações no Estado. Eles foram reconhecidos pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI), pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) em a parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS), e pelo Ministério Público (MPRS).

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Drews e Renner na premiação na sede da ARI, na capital | abc+



Drews e Renner na premiação na sede da ARI, na capital

Foto: Acervo Pessoal

O diretor de Conteúdo do Grupo Sinos, Igor Müller, comemora. “As premiações reconhecem a alta qualidade da nossa equipe — a maior do interior do Estado — e destacam o jornalismo sério, profissional e relevante produzido diariamente pelo Grupo Sinos. Em tempo de muito ruído e desinformação das redes sociais, nossos conteúdos geram impacto real nas comunidades”, reforça.

Troféus

Na Categoria Especial: Inteligência Artificial no MPRS, no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, o jornalista Ermilo Drews conquistou o primeiro lugar. “Fico muito feliz por esta trajetória por alguns motivos. Primeiro porque percebo uma semelhança fundamental entre jornalismo e Ministério Público, que é a busca pelo bem comum. O segundo ponto é que demonstra algo que busco todos os dias na minha vida: consistência. Num mundo onde se naturalizou abandonar projetos, pessoas e planos na primeira brisa, fazer aquilo que se acredita todos os dias não é fácil. Mas quando a gente consegue, o resultado aparece”, destaca. O troféu foi entregue na sexta-feira (12) na sede do MPRS.

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No mesmo dia foi entregue o 67º Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo, em cerimônia no auditório da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) na capital. Drews conquistou o 5º lugar na Categoria Reportagem em Texto, pela notícia Violência no ambiente escolar: as lições para evitar o pior.

Já o chargista Gabriel Renner ficou em primeiro lugar na Categoria Charge, pelo trabalho Grande Sacada. “Esse prêmio fecha com chave de ouro um ciclo de quatro anos em que fui chargista do Grupo Sinos, empresa onde comecei minha carreira, aos 18 anos, como estagiário mecânico na manutenção das máquinas rotativas de jornal, e posteriormente convidado pelos chargista Tacho e Sinovaldo para trabalhar como ilustrador e infografista na redação do jornal NH”, recorda. Ele dedicou a premiação a Tacho, falecido em 2021, e à mãe Maria Lourdes Renner, que estaria fazendo 71 anos no mesmo dia da premiação.

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Charge de Gabriel Renner, premiada na Categoria Charge do Prêmio ARI | abc+



Charge de Gabriel Renner, premiada na Categoria Charge do Prêmio ARI

Foto: Gabriel Renner

 

Direitos Humanos

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O MJDH e a OAB-RS entregaram o Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo na semana passada a profissionais que denunciam violações, pela observância e defesa dos direitos humanos nas sociedades marcadas por enorme desigualdade entre as pessoas e pela deficitária ação de Estado.

A reportagem A fé vigiada no tempo do regime militar, dos jornalistas Eduardo Amaral e Letícia Breda, conquistou o 3º lugar na Categoria Impresso. “A perseguição ideológica não se resumiu às agremiações políticas e sociais, mas se estendeu a qualquer local onde pudesse haver reunião de pessoas, inclusive às igrejas”, explica Amaral, que resgatou relato do pastor Martin Dreher.

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