CATÁSTROFE NO RS

Manhã de comércio fechado, ruas alagadas e mutirão de limpeza no centro de São Leopoldo

Na Rua Independência, água toma conta da via no trecho entre a Avenida Dom João Becker e a Rua Conceição

Publicado em: 06/05/2024 09:09
Última atualização: 06/05/2024 09:09

A segunda-feira (6) de sol é também de muito trabalho em São Leopoldo. Equipes seguem atuando no resgate de pessoas ilhadas pela enchente em diferentes bairros da cidade. No Centro, ainda há muitas ruas com água na via. Um desses pontos é a Rua Independência, que segue alagada desde domingo (5) no trecho entre a Avenida Dom João Becker e a Rua Conceição.

Rua Conceição também tem trecho alagadoRenata Strapazzon/GES-Especial
Rua Independência tem trechos alagados na manhã desta segunda-feira (6)Renata Strapazzon/GES-Especial
Lojas estão fechadasRenata Strapazzon/GES-Especial
Mutirão de limpeza ocorre nesta manhã na Rua IndependênciaRenata Strapazzon/GES-Especial
Rua Independência tem trechos alagados na manhã desta segunda-feira (6)Renata Strapazzon/GES-Especial
Rua Independência tem trechos alagados na manhã desta segunda-feira (6)Renata Strapazzon/GES-Especial
Lojistas se preveniram contra a enchente da maneira que puderamRenata Strapazzon/GES-Especial

Por conta disso, o comércio segue fechado. Equipes de limpeza atuam em regime de mutirão para recolher o lixo acumulado nos pontos onde a água já baixou. A situação também atrai muitas pessoas, incrédulas da proporção desta, que já é a maior tragédia dos quase 200 anos da cidade. 

"É uma tristeza sem fim tudo isto que estamos passando. Eu custo a acreditar no que vejo. Vamos precisar de muita força para nos reerguermos", comenta a operadora de caixa Ana Flávia Soares, 35 anos, após fazer vídeos e fotos da Rua Independência para enviar para a mãe, que mora em Sapucaia do Sul.  Morador do bairro São Miguel, o auxiliar de produção Antônio Vasconcellos teve a casa tomada pelas águas e nesta manhã caminhava pelo centro, desolado. "Estamos sem conseguir chegar na minha rua, abrigados na casa de parentes, mas preocupados com as nossas coisas, noites sem dormir. Está desesperador", resume. 

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