Depois do calor recorde de 42,4°C, maior máxima do Brasil de 2025, a chuva chegou ao Rio Grande do Sul. A precipitação deve alcançar mais pontos do território gaúcho nas próximas horas. Volumes altos foram registrados em pontos do Oeste, Noroeste e do Norte do Estado nesta sexta-feira (24).

Foto: MetSul/Reprodução
Conforme dados de estações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), até o final da madrugada desta sexta-feira, os volumes foram de 48 mm em Erechim, 40 mm em São Borja, 34 mm em Soledade, 24 mm em Palmeira das Missões, 19 mm em Santa Rosa e São Vicente do Sul, 11 mm em Santo Augusto e 10 mm em Serafina Corrêa.
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A chuva era aguardada com ansiedade por produtores rurais do Oeste, Centro e Noroeste do Rio Grande do Sul, regiões que sofrem com a estiagem. “A excelente notícia é que vem mais chuva e que alcançará cidades que ainda não tiveram precipitação ontem e no começo desta sexta-feira, casos de vários pontos do Sul e do Leste”, afirma a MetSul. Assim, localidades do Oeste, Centro e o Noroeste que sofrem com a falta de chuva serão beneficiadas.
A previsão de maior instabilidade é entre a tarde e a noite desta sexta. De forma isolada, a chuva pode ser até forte a intensa com altos volumes em algumas localidades.
Durante o sábado (25), é esperada a manutenção da instabilidade no território gaúcho. Porém, a chuva vai se concentrar na Metade Norte.
No domingo (26), o tempo fica firme em grande parte do Rio Grande do Sul. Pontos isolados terão pancadas típicas de verão, especialmente pontos do Noroeste e do Norte gaúcho.
Na segunda-feira (27), por sua vez, volta a chover no decorrer do dia na maior parte do Rio Grande do Sul com as precipitações atuando mais no Oeste, Centro, Campanha, Norte e o Noroeste do Estado. Em cidade mais ao Sul e ao Leste gaúcho, não vai chover.
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Já na terça-feira (28), é esperada chuva em um grande número de cidades gaúchas. Já o Oeste, a fronteira com o Uruguai e o extremo Sul, não devem ter precipitação.
“A tendência é de irregularidade ainda nas precipitações no Estado gaúcho, mesmo com o retorno da chuva. Haverá uma grande variabilidade de volumes no Rio Grande do Sul com chuva abundante em alguns pontos e escassa em outras”, explica a MetSul.
Para os próximos sete dias, a projeção é que os maiores volumes de chuva ocorran na Metade Norte e em pontos do Oeste.