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POSICIONAMENTO

"Silêncio aprisiona. Informação liberta": Grupo Sinos lança campanha para incentivar mulheres a denunciarem casos de violência

Ação multimídia vai até o fim do ano chamando atenção para as diferentes formas de violência e incentivando as vítimas e buscarem ajuda

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Publicado em: 11/02/2026 às 06h:56 Última atualização: 11/02/2026 às 06h:56
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O Rio Grande do Sul registrou, nesta terça-feira (10), o 13º feminicídio do ano. O problema não é novo e muito menos localizado. No ano passado, 80 mulheres foram mortas no Estado em razão do gênero, sete a mais do que em 2024.

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"Silêncio aprisiona. Informação liberta" é a nova campanha do Grupo Sinos | abc+



“Silêncio aprisiona. Informação liberta” é a nova campanha do Grupo Sinos

Foto: Grupo Sinos

Em todo o País, quatro mulheres foram assassinadas por dia no ano passado, levando o Brasil a um triste recorde de feminicídios. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, foram 1.470 casos no ano, crescimento de 316% em dez anos. Em 2015, quando feminicídio passou a ser um tipo penal, foram 535 casos.

É para chamar ainda mais atenção para o problema da violência contra a mulher e incentivar que as vítimas denunciem os agressores que o Grupo Sinos lança nesta quarta-feira (11) a campanha multimídia “Silêncio aprisiona. Informação liberta”.

Cativeiros invisíveis

O manifesto publicado nesta quarta-feira alerta para “cativeiros invisíveis”, aos quais muitas mulheres estão submetidas sem nem perceber. Pode ser o início de uma história com fim trágico. O Grupo Sinos entende que a informação é chave fundamental para romper ciclos de violência e, a partir de hoje, assume o compromisso de levar ainda mais informação e orientação sobre o assunto a seus públicos.

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“Nosso papel, como grupo de comunicação, é esse: levar informação onde o medo ainda manda, orientar onde o silêncio impera e dar visibilidade ao que salva vidas”, diz o texto, que acrescenta: “Denunciar não é se expor. É se proteger. E ajudar a denunciar é ajudar a libertar”.

Informação e orientação

A gestora de marketing do Grupo Sinos, Mariana Ostjen dos Reis, explica que o conceito da nova campanha institucional do Grupo Sinos parte do entendimento que raramente a violência contra a mulher começa com agressão física. Antes disso vêm o controle excessivo, o isolamento, o medo constante, a humilhação, a chantagem emocional e as ameaças veladas, entre outros.

“Essas formas de violência psicológica, moral e patrimonial constroem prisões invisíveis, sustentadas pelo medo e pelo silêncio, e precisam ser identificadas, nomeadas e interrompidas. Ao transformar informação em acesso, orientação em consciência, a campanha se propõe a ajudar a romper esse ciclo”, resume.

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Campanha é posicionamento

O CEO do Grupo Sinos, Fernando Gusmão, reforça que a campanha é, também, um posicionamento da empresa, que está prestes a completar 70 anos de história. “O Grupo Sinos reafirma seu papel como agente social, comprometido com a responsabilidade de levar informação onde ela é essencial e sobre temas que exigem enfrentamento coletivo”, salienta.

A gerente geral comercial do Grupo Sinos, Larissa Schneider, adianta que a campanha “Silêncio aprisiona. Informação liberta” vai se estender ao longo de todo o ano, com presença diária nas plataformas de conteúdo da empresa e também em eventos e outros ambientes de debates relevantes para o futuro da comunidade regional.

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Este é um movimento de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher
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