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Luto

"Tinha uma vida normal, praticava exercícios, era alegre e saudável": Família não consegue acreditar na morte da filha de 14 anos

Isabel Pietra da Silva Gomes tinha 14 anos e morava em Taquara

Publicado em: 12/06/2025 às 14h:35 Última atualização: 12/06/2025 às 14h:42
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A dor ficará para sempre. Quase uma semana passou desde a morte da adolescente Isabel Pietra da Silva Gomes, de 14 anos. A família ainda junta forças para superar a perda repentina da moradora de Taquara. Ela morreu no último sábado (7) quando estava em casa com a mãe e as irmãs e passou mal.

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Isabel em um momento de pescaria e descontração com o pai | abc+



Isabel em um momento de pescaria e descontração com o pai

Foto: Arquivo pessoal

Estudante do 7° ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Rodolfo Von Ihering, a morte dela gerou comoção na comunidade. O pai de Isabel, Jeferson de Borba Gomes, conta que a filha estava sentindo dores nas costas nos últimos dias, mas que a família vinha monitorando e exames foram feitos.

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Após sentir um mal-estar, e teve uma parada cardiorrespiratória, foi socorrida e levada ao Hospital de Taquara. Acabou morrendo antes de dar entrada na casa de saúde. “Ela tinha uma vida normal, praticava exercícios, era alegre e saudável. A gente não consegue acreditar”, conta o pai ainda em um estágio de luto em que “a ficha não caiu”. “O corpo foi enviado a Porto Alegre, onde constataram morte por causas naturais”, explica. 

Fã de pescaria e brincalhona

Jeferson tem boas lembranças de Isabel. Relembra que a filha era brincalhona, amava animais e gostava de pescar. “Estava me convidando para pescar. Fará muita falta, era meu xodozinho, minha única filha. Uma guria jovem que não tinha problema de saúde. É difícil aceitar”.

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Isabel com o irmão Gabriel | abc+



Isabel com o irmão Gabriel

Foto: Arquivo pessoal

A adolescente morava com a mãe Solange e outras três irmãs. O pai conta, ainda, que o irmão mais novo, Gabriel, 7 anos, faz perguntas constantes sobre a irmã. “Eram apegados, e ele sente falta dela. No dia do ocorrido, tivemos de nos conter para ele não perceber”, pontua.

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