A vacina da gripe vai fazer parte da rotina de crianças de 6 meses até menos de 6 anos, gestantes e idosos, segundo o Ministério da Saúde. Nesta quarta-feira (12), a pasta anunciou que o imunizante foi adicionado ao Calendário Nacional de Vacinação dos grupos de forma permanente.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Em 2024, a imunização contra a influenza foi ampliada para crianças acima de 6 meses no Rio Grande do Sul. No ano, mais de 193 mil crianças foram vacinadas contra a gripe no Estado, conforme a Saúde.
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O que muda?
Agora, os grupos citados acima poderão ser imunizados contra a gripe ao longo do ano, a partir da 2ª quinzena de março, em todas as salas de vacinação, explica o Ministério da Saúde.
Já os outros grupos continuam a receber a vacina durante campanhas sazonais e estratégias especiais, incluindo profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, dentre outros.
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A Saúde também anunciou outras mudanças na vacinação para 2025. São elas:
Rotavírus
O período para que a vacina contra o rotavírus seja aplicada foi ampliado. Ficando da seguinte forma:
Primeira dose: indicada aos dois meses de vida, pode ser administrada até os 11 meses e 19 dias.
Segunda dose: indicada aos quatro meses, pode ser aplicada até os 23 meses e 29 dias.
Poliomielite
As doses de reforço oral contra a poliomielite serão substituídas por apenas uma da vacina inativada (VIP), que é injetável.
Covid-19
A vacinação contra a covid-19 já está inclusa no Calendário Nacional de Vacinação das crianças de 6 meses até as menores de 5 anos, idosos e gestantes.
Já a imunização dos outros grupos especiais são realizados periodicamente em qualquer sala de vacina. Para os imunocomprometidos, é a cada seis meses. Os demais, a cada um ano.
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Confira os grupos prioritários: pessoas vivendo em instituições de longa permanência; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; puérperas (aquelas não vacinadas durante a gestação); trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; pessoas com comorbidades; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e pessoas em situação de rua.
A população geral, que tem entre 5 e 59 anos, assim como os que nunca se vacinaram, o recomendado é apenas uma dose de vacina. “As mudanças foram implementadas com base em evidências científicas e ampliam a proteção contra doenças imunopreveníveis, garantindo um acesso mais abrangente e eficaz às vacinas”, afirma.