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ENTENDA

Caso de menina de 11 anos que teria sido dopada durante invasão tem nova reviravolta e delegado afirma: "Estamos encerrando o caso"

Conclusão de investigação ocorre menos de uma semana após caso chegar às autoridades

Publicado em: 16/06/2025 às 12h:19 Última atualização: 16/06/2025 às 13h:10
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Quase uma semana após uma suposta invasão que teria deixado uma criança de 11 anos desacordada em Canoas, a Polícia Civil confirmou, na manhã desta segunda-feira (16), que está encerrando a investigação sobre o caso.

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O delegado Maurício Barison coordenou a investigação em torno de caso incomum que surgiu em Canoas



O delegado Maurício Barison coordenou a investigação em torno de caso incomum que surgiu em Canoas

Foto: PAULO PIRES/GES

A ocorrência, que chegou ao conhecimento da Polícia na terça-feira do último dia 10, relatava que um homem invadiu uma casa, no bairro Fátima, e dopou, com remédio para asma, uma menina, até que ela ficasse desacordada.

A mãe da criança teria saído para ir ao mercado quando o suspeito teria cometido o crime ao entrar na casa, forçar a menina a tomar o medicamento e fugir.

Conclusão das autoridades

Conforme o delegado Maurício Barison, que responde pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, a apuração avançou levando os policiais à conclusão de que não houve crime. Para as autoridades, a menina criou tudo para chamar a atenção, forjando algo que não aconteceu.

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“Estamos encerrando o caso”, avisa. “Estou convencido que foi a própria menina, a própria ‘vítima’, que armou tudo”, resumiu.

O caso ganhou uma reviravolta na última quarta-feira (11), quando os investigadores descartaram o homem apontado como suspeito do crime. Foi quando Barison comentou que a história estava “mal contada”.

“Afastamos o indivíduo antes indicado na investigação como o principal suspeito”, apontou naquele dia, completando que as investigações seguiriam “porque a história é mal contada”.

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