Quase uma semana após uma suposta invasão que teria deixado uma criança de 11 anos desacordada em Canoas, a Polícia Civil confirmou, na manhã desta segunda-feira (16), que está encerrando a investigação sobre o caso.
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Foto: PAULO PIRES/GES
A ocorrência, que chegou ao conhecimento da Polícia na terça-feira do último dia 10, relatava que um homem invadiu uma casa, no bairro Fátima, e dopou, com remédio para asma, uma menina, até que ela ficasse desacordada.
A mãe da criança teria saído para ir ao mercado quando o suspeito teria cometido o crime ao entrar na casa, forçar a menina a tomar o medicamento e fugir.
Conclusão das autoridades
Conforme o delegado Maurício Barison, que responde pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, a apuração avançou levando os policiais à conclusão de que não houve crime. Para as autoridades, a menina criou tudo para chamar a atenção, forjando algo que não aconteceu.
“Estamos encerrando o caso”, avisa. “Estou convencido que foi a própria menina, a própria ‘vítima’, que armou tudo”, resumiu.
O caso ganhou uma reviravolta na última quarta-feira (11), quando os investigadores descartaram o homem apontado como suspeito do crime. Foi quando Barison comentou que a história estava “mal contada”.
“Afastamos o indivíduo antes indicado na investigação como o principal suspeito”, apontou naquele dia, completando que as investigações seguiriam “porque a história é mal contada”.