O advogado e professor de Direito Conrado Paulino da Rosa teve a entrada confirmada, na manhã desta quarta-feira (4), na Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan 1). O encaminhamento ocorreu após audiência marcada na terça (3) no Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp).
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Foto: REPRODUÇÃO
Rosa acabou denunciado devido a 12 crimes, incluindo estupro de vulnerável, cárcere privado e violência psicológica, cometidos contra dez mulheres em Porto Alegre. A prisão do advogado ocorreu na última segunda-feira (2), após decisão da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
Conforme o Ministério Público, a medida foi tomada visando “proteger as vítimas e evitar novas agressões”.
Em Canoas, o advogado permanecerá em uma cela isolada dos demais presos como medida de segurança.
A investigação que culminou na prisão dele durou três meses e reuniu depoimentos, perícias, exames e provas documentais.
O advogado atuava como professor na Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), na capital, na época dos crimes.