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ARTE E FUTEBOL

De Pelé a Ronaldinho Gaúcho: Craques da Copa do Mundo são homenageados em exposição do Museu Nacional do Calçado

Ícones são exaltados com itens que integraram também a programação do Salão de Inovação do Couro e do Calçado

Publicado em: 02/07/2026 às 16h:28 Última atualização: 02/07/2026 às 16h:36
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Pelé, Everaldo, Falcão, Taffarel, Ronaldinho Gaúcho… estes são alguns craques da Copa do Mundo de Futebol homenageados pela exposição Pegadas Imortais, com peças como chuteiras e bolas de futebol. Os itens ficam disponíveis permanentemente no hall da fama do Museu Nacional do Calçado (MNC), da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo, após terem integrado a programação do Salão de Inovação do Couro e do Calçado (SICC), na Fenac.

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O MNC funciona de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, e das 19h às 22h, e no sábado, das 9h às 12h, no campus I da Universidade Feevale.

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Para aqueles que vivem o clima de Copa do Mundo, alguns destaques estão uma das bolas utilizadas por Pelé e chuteiras de jogadores que defenderam a Seleção Brasileira em diferentes edições da Copa do Mundo, como Everaldo (1970), Paulo Roberto Falcão (1982 e 1986), Cláudio Taffarel (1994) e Ronaldinho Gaúcho (2002).

A diretora do Museu Nacional do Calçado, Ida Helena Thon, destaca que há ainda itens pertencentes ao piloto Ayrton Senna e aos campeões olímpicos de vôlei Giba e André Heller, mas que o acervo vai além da temática esportiva.

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“Além de uma bola que o Pelé jogou, as pessoas podem encontrar chuteira do Taffarel, do Ronaldinho Gaúcho, sapatos do Jorge Amado, do Moacyr Scliar, do Luan Santana, do Guga… vários itens para as pessoas se inspirarem”, descreve.

“É um espaço onde nós mostramos aqueles brasileiros que nos dão orgulho, todos os que estão lá são imortais de uma forma ou de outra. Essa exposição é muito legal porque uma vez que a gente vê que essas conquistas são possíveis, a gente corre atrás dos sonhos. Essas pessoas foram e chegaram lá, então serve como um incentivo”, continua.

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Lembranças de outras Copas do Mundo

Embora não tenha o hábito de acompanhar futebol, o agente de inovação Robson Benedetto, de 44 anos, do bairro Boa Vista, aproveitou a sua passagem pela SICC para admirar os itens. “Essas peças são marcantes para o futebol e para a história do calçado, mas o que mais me chamou a atenção foi a peça do Ayrton Senna, que para mim é ídolo. Eu já era nascido quando deu a tragédia e foi muito marcante, foi um ídolo que a gente perdeu muito cedo”, observa.

No âmbito do futebol, Robson admira um craque que não teve a chance de assistir jogar. “Não tem como falar em Copa do Mundo sem falar de Pelé. Eu não tive a honra de ver ele jogando, pois eu nasci depois, mas meus pais viram e sempre entenderam que ele era incrível, fora do comum. Eu sou de uma geração de Ronaldos, tanto o Fenômeno quanto o Gaúcho, que viu eles jogando e era impressionante, absurdo ver o que eles conseguiam fazer com uma bola de futebol”, afirma.

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O agente de inovação comenta ainda as memórias que vêm ao olhar as peças. “A primeira Copa em que eu vi o Brasil ser campeão foi 1994, eu comemorei muito. Estava com a minha família em casa e foi um momento muito emocionante, pois fazia mais de 20 anos que o Brasil não ganhava uma Copa naquela época”, recorda.

“Em 2002 o penta também foi incrível, são lembranças que, por mais que eu não acompanhe futebol, acho que ele tem esse poder agregador de fazer com que de quatro em quatro anos, até quem não assiste se una com a família”, completa.

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