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TROFÉU FARROUPILHA

Ídolo anilado, Pablo afirma: "Final não se joga, se ganha"

Nesta segunda-feira, o Novo Hamburgo começa a decidir o Troféu Farroupilha diante do São Luiz, em Ijuí

Jorge Grimaldi
Publicado em: 01/03/2026 às 17h:31 Última atualização: 02/03/2026 às 08h:36
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Ídolo recente da história do Novo Hamburgo, o zagueiro Pablo carrega no currículo dois momentos marcantes com a camisa anilada: o título do Campeonato Gaúcho de 2017, o maior da história do clube, e a conquista da Divisão de Acesso de 2025.

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Mesmo fora do clube nesta temporada, ele acompanha a caminhada do Noia até a final do Troféu Farroupilha, na qual enfrentará o São Luiz.

Zagueiro Pablo defendeu o Noia na Divisão de Acesso de 2025 | abc+



Zagueiro Pablo defendeu o Noia na Divisão de Acesso de 2025

Foto: Jefferson Couto/ECNH

O primeiro confronto será disputado nesta segunda-feira (2), às 19 horas, no Estádio 19 de Outubro, em Ijuí. A partida decisiva está marcada para sexta-feira (6), às 20 horas, no Estádio do Vale.

Acompanhe a transmissão do pré-jogo, a partir das 17 horas, com a equipe da Rádio ABC 103.3 FM aqui

Final é jogo à parte

Ao projetar o duelo fora de casa, Pablo destaca que o principal desafio não está apenas no adversário ou no ambiente, mas no peso da decisão.

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“Final é jogo à parte. A gente costuma dizer no futebol que final não se joga, se ganha. Independentemente de jogar bem ou mal em Ijuí, o importante é buscar um bom resultado para decidir em casa e brigar pelo título diante da torcida”, afirma.

Para o defensor, o equilíbrio deve marcar o confronto. “As duas equipes não chegaram à final por acaso. Vai ser um jogo muito difícil e também muito bom de assistir.”

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Pablo conhece bem o cenário em Ijuí. Em 2019, ele defendeu o próprio São Luiz e sabe das dificuldades de atuar no 19 de Outubro. Confiante, ele arrisca um palpite: “empate em 1 a 1 no primeiro jogo e vitória anilada por 2 a 1 no Estádio do Vale”, garantindo a taça ao Noia.

Base construída na Divisão de Acesso

Na avaliação do zagueiro, a campanha atual é reflexo direto do trabalho realizado no ano passado, quando o clube conquistou o acesso.

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“O time de 2025 reflete muito no de 2026, porque boa parte do elenco permaneceu. Até jogadores que não vinham sendo tão utilizados ganharam oportunidades e estão fazendo um grande campeonato. O grupo já tinha uma base montada, e isso faz diferença. Chegar a mais uma final é mérito deles”, analisa.

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Capítulos marcantes na carreira

Ao relembrar as conquistas com a camisa anilada, Pablo fala com emoção. O título estadual de 2017 projetou seu nome no cenário gaúcho, enquanto o acesso de 2025 teve sabor de recomeço.

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“O título de 2017 foi fundamental para a minha carreira. Foi ali que eu consegui reconhecimento no Rio Grande do Sul. Sou muito feliz por ter participado daquele momento histórico. Depois, voltar e ajudar o clube a retornar à primeira divisão também foi uma honra enorme.”

O carinho da torcida é algo que ele guarda com orgulho. “Graças a Deus, sou reconhecido como um dos ídolos recentes do clube. Isso, em uma instituição tão respeitada, me deixa muito feliz.”

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Saída e torcida

Pablo admite que gostaria de ter permanecido para 2026, mas as conversas não avançaram.

“Eu queria ter continuado. O presidente falou comigo sobre a permanência, mas depois a situação não evoluiu. Faz parte do futebol. Deus sabe de todas as coisas.”

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Mesmo à distância, ele comemora o momento vivido pelo clube, que também garantiu vaga na Série D, fator importante para o calendário e para a consolidação do projeto. Por fim, o zagueiro ressalta a força das arquibancadas.

“A torcida do Novo Hamburgo é apaixonada, está sempre presente”, afirma, lembrando que o adversário de hoje também tem força fora das quatro linhas.

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