Faltando um mês para o início das aulas do município de Novo Hamburgo, famílias já se organizam para procurarem os materiais escolares nos estabelecimentos e, além de evitar filas e falta de itens, fazerem pesquisa de preço. A tarde deste sábado (17) foi de busca em papelarias, livrarias e bazares da região.
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Foto: Paola Altneter/GES-Especial
De acordo com a vendedora de uma papelaria do Centro da cidade, Mylena Alves, 28 anos, a procura por materiais escolares aumentou desde o final de dezembro. “Este início de janeiro começou a ter um movimento mais volumoso. O pessoal não só vem pesquisar, alguns pesquisam e já compram”, informa.
Mylena explica que o maior movimento é esperado entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. Entre os mais procurados, a vendedora menciona itens do Minecraft, Roblox, Stitch, capivaras e influencers.
Em outra papelaria da região central da cidade, a gerente Márcia Paixão Castro, 39, relata que desde o segundo dia do ano de 2026 a demanda por materiais escolares já começou. “Não é tão grande ainda mas os pais já estão vindo procurar”, esclarece. Márcia informa que a semana de maior movimento é a que antecede o começo do ano letivo.
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Entre o público que decidiu iniciar a pesquisa com antecedência está Débora Pinheiro dos Santos, 33 anos, que foi procurar os materiais para os três filhos. “São vários lugares que a gente vai e faz um levantamento de melhores preços e produtos. O que a gente procura é qualidade e um preço bom”, afirma.
Já Vânia Moura, 43, garantiu os materiais escolares no início de janeiro e neste sábado foi às compras de poucos itens que restavam. “Para evitar fila e porque a gente a gente vai viajar, então já quero colocar os nomes e tudo para se adiantar”, declara.
Liquidas no comércio
Enquanto o ramo de papelaria já registrava aumento no movimento, comércios de roupas, calçados, perfumaria e casa, mesa e banho chamavam a atenção do público com promoções de até 60% para aumentar o volume de vendas.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial
É o caso de uma loja de cosméticos que desde o dia 5 de janeiro passou a ter uma liquida de até 50% em itens selecionados. “O mês de janeiro tem menos movimento e geralmente depois do Natal é dado este desconto em alguns produtos”, explica a vendedora Laisy Lemos de Oliveira, 24.
Já um estabelecimento de cama, mesa e banho investiu no anúncio dos produtos neste mês através das redes sociais, além disso, elevou os descontos em itens promocionais. É o que a gerente Martha Louise, 60, conta. “Não sai nenhum cliente aqui sem a gente pedir para nos seguir no Instagram. Acho que a divulgação é a chave do negócio”, sustenta. A expectativa é que o movimento aumente após o Carnaval.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial