Um encontro entre diretoria do Colégio Estadual 25 de Julho e Ministério Público em Novo Hamburgo, na tarde desta terça-feira (31), terminou com exigências. O MP se comprometeu a exigir ações efetivas, através do cumprimento da lei federal 13935/2019, pela qual Estado precisa fornecer psicólogos e assistentes sociais.
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Foto: Divulgação/MP-RS
A diretora Janaína Barbosa de Sousa aguarda outras medidas, além da intermediada pelo Ministério Público. Segundo Janaína, a Brigada Militar pretende iniciar o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). O projeto inclui duas frentes: uma delas é a conscientização e prevenção ao uso de drogas e combate à violência; e outra na segurança, com agentes no interior da escola, o que pode inibir condutas violentas. O Proerd será aplicado para estudantes dos anos finais do ensino fundamental e inicial do ensino médio.
Já a 2ª Coordenadoria Regional de Educação (2ª CRE) sinalizou que pretende solicitar a contratação de vigilantes, através de empresas terceirizadas.
Entenda o caso
O ano letivo começou violento no Colégio 25 de Julho. Diversas brigas foram registradas diariamente, inclusive, com a intervenção da Brigada Militar, que era chamada para conter a onda de violência.
Como parte de uma ação para frear as brigas, a diretoria, que atendeu a um pedido dos professores, dispensou os alunos na quinta e sexta-feira da semana passada, no turno da tarde.
Porém, como as brigas ainda persistiram no início desta semana, o colégio dispensou os alunos, novamente, na segunda-feira (30), quando reuniões sobre o caso aconteceram. O retorno ocorreu no dia seguinte, normalmente.
Segundo a diretora, os episódios de brigas dentro e fora da sala de aula demandam a equipe de professores e coordenadores.