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"Queremos justiça": Familiares protestam contra prisão de suspeito de liderar plano de ataque ao show de Lady Gaga; veja vídeo

Hamburguense voltou a ser preso na segunda-feira

Publicado em: 06/05/2025 às 21h:03 Última atualização: 07/05/2025 às 08h:41
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Familiares e amigos do segurança Luís Fabiano da Silva realizaram um protesto em frente à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo na noite desta terça-feira (6). O hamburguense de 49 anos é suspeito de liderar um plano de explosões no show da cantora Lady Gaga, na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, ocorrido no último sábado (3).

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Protesto ocorreu em frente a delegacia  | abc+



Protesto ocorreu em frente a delegacia

Foto: Bruna de Bem/GES-Especial

“Ele foi acusado injustamente. Meu filho de 9 anos está esperando ele voltar para casa. Todos estão em choque, pois ele trabalhou a vida toda na área de segurança, está quase se aposentando e agora estão acusando ele de ser terrorista”, declara a esposa do suspeito, Franciele Silva, 36 anos, que carregava um cartaz com pedidos de justiça feito pelo filho. 

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Entenda o caso

O morador do Bairro Santo Afonso é suspeito de liderar um plano de ataques com explosivos no show da cantora norte-americana, que reuniu 2,1 milhões de pessoas. Ele foi novamente preso na última segunda-feira. Conforme a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o atentado foi impedido por meio da Operação Fake Monster, deflagrada no sábado em quatro estados.

O hamburguense tinha sido preso no sábado por agentes da 2ª DP de Novo Hamburgo. Não havia mandado de prisão, apenas ordem de busca e apreensão em caráter de urgência. Na residência, além de recolher o aparelho celular e outros eletrônicos do investigado, os agentes encontraram um revólver sem registro e ele foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Estaria ainda com outras duas armas em situação regular. Sem antecedentes, o homem pagou fiança de um salário mínimo e foi liberado, mas não compareceu na audiência de custódia.

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O que diz a defesa

Conforme a defesa do acusado, o mandado de prisão expedido no Rio de Janeiro aborda a apreensão de material eletrônico e bombas, sendo que nada semelhante foi encontrado. “Na delegacia ele mostrou celular e não encontraram absolutamente nada que ligasse ele a qualquer tipo de crime, o telefone ficou apreendido, então foi arbitrado a fiança e foi liberado a ele”, comenta a advogada Ester Venites.

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Ela acredita que a repercussão do caso culminou na prisão preventiva pela posse das armas. “Fomos surpreendidos com a prisão dele em virtude deste mandado de prisão expedido aqui pela juíza Fabiana Pagel. Agora a gente está tentando ter acesso ao processo no Rio de Janeiro”, afirma. 

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Defesa acredita em telefone clonado

Com o acesso completo do caso, a defesa quer verificar em quais condições a investigação chegou ao nome de Luís Fabiano. “A gente acredita que o telefone foi clonado, ou a internet dele, algum registro em nome dele tenha sido feito”, revela. O segurança nega qualquer envolvimento e não possuía computadores em casa.

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