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RELIGIÃO

Santa missa celebra início do ano pastoral da Diocese de Novo Hamburgo; confira

Atividade é simbólica e chama atenção para o trabalho em comunidade a ser feito ao longo do ano

Publicado em: 01/03/2026 às 17h:39 Última atualização: 01/03/2026 às 17h:39
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A santa missa na Catedral São Luiz Gonzaga comemorou o início do ano pastoral da Diocese de Novo Hamburgo neste domingo, 1º de março. A atividade na catedral localizada no Centro do município (Rua Cidade de Atlântida, 34) busca simbolizar o espírito de comunhão presente no trabalho em sociedade da Igreja Católica.

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“Na verdade, o ano pastoral já começou, as ações são contínuas desde o dia 1º de janeiro até o dia 31 de dezembro. Queremos apenas celebrar esse momento e chamar atenção para o trabalho que temos pela frente neste ano”, destaca o bispo dom João Francisco Salm.

“Sobretudo para trabalharmos juntos, que é do próprio evangelho. Nosso testemunho deve ser dado pela unidade, pela comunhão entre nós”, continua.

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No início da missa, representantes das pastorais carregavam seus símbolos até o altar, fazendo alusão à união idealizada pelo evangelho. Ao final, um envio missionário convidava os fieis a praticarem a solidariedade.

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“Conversa com Jesus”: Fiéis destacam importância da tradição

O coordenador comercial Fábio Klaus, de 45 anos, mora no bairro Alexandria, de Parobé, e foi à Novo Hamburgo com a esposa, a professora Virgínia Clarice Martins Klaus, de 38 anos, para participar da santa missa.

Eles vieram junto com o grupo do Curso de Liderança Juvenil (CLJ), de Parobé. “Este é o nosso primeiro ano e é muito importante estarmos aqui porque a missa traz um pouco do que está faltando no mundo, que é a espiritualidade”, comenta Fábio.

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Para Virgínia, a tradição ajuda a aproximar o povo do evangelho. “Traz mais jovens para seguir a palavra de Cristo. A santa missa é onde a gente vem, conversa com Jesus e pede perdão pelo que fez.”

A diarista Carla Maria Brito dos Santos, de 45 anos, mora no bairro Rondônia, de Novo Hamburgo, e também está participando pela primeira vez.

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“O mais importante é sempre estarmos em prol da igreja, das comunidades unidas, juntamente com os movimentos. Esse é um pontapé inicial para a gente começar as pastorais, todos em comunhão com o mesmo propósito”, comenta

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