Integrando as atividades Farroupilhas do CTG Terra Nativa, de Novo Hamburgo, cerca 130 quilos de costelão foram assados desde a meia-noite até o meio-dia deste sábado (20), Dia do Gaúcho, por uma equipe de dez tradicionalistas. A quantia foi pensada para o consumo de 200 pessoas, entre participantes do CTG e o público em geral.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial
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O sota capataz do CTG Terra Nativa, Vinicius Asael Dorschaidt, foi um dos membros dedicados em fazer acontecer o costelão e ficou assando por doze horas. “É cansativo, mas o que vale a pena é o tempo que passa com os amigos, jogando truco, conversando e brincando”, diz.
Ele conta que o assado é realizado na entidade há oito anos e o objetivo é trazer o tradicionalismo para a cidade e as pessoas para o CTG. “Mostrando que no dia 20 a gente faz um costelão louco de especial”, afirma.
O patrão do CTG Nativa, Tiago Dutra, dá as dicas para um costelão de qualidade. “O preparo do costelão não tem um segredo e nem temperos especiais, a única coisa que se utiliza é o sal grosso. O que tempera e dá o sabor é o tempo de cozimento, que a gente deixa por até doze horas em fogo bem baixinho, a lenha e a proximidade com o osso da carne”, declara.
O casal Sirlei Bernardos, 69 anos, e Sandoval Pires, 66, foram degustar o assado e os acompanhamentos. “Bem organizado, pessoal muito querido e muito acolhedor e o costelão especial”, diz Sirlei. Ela conta que aprecia as atividades tradicionalistas e participa com frequência do CTG Terra Nativa. “A criançada no salão e as famílias reunidas, isso é maravilhoso e o Dia do Gaúcho é isso, mostrar que a gente tem uma tradição bonita”, relata.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial
As amigas Fabiani Nogueira, 42, e Simone Cioato, 43, também marcaram presença no evento. Fabiani é instrutora de academia e um dos alunos comentou sobre o costelão, então ela convidou a amiga para prestigiarem juntas. “Os almoços são muito bons e acessíveis, eu gosto muito”, expõe Fabiani.
Filhos e netos de Madeleine de Oliveira, 54, e João Altair Silveira, 59, participam do CTG Terra Nativa, e eles fizeram um curso no local em dezembro do ano passado, então reunidos a família foi apoiar o evento tradicionalista. “É um ambiente e momentos de família”, diz Fabiani.
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Teve até moradores retirando pedaços de carne. Cristine Susin e Marcos Susin, ambos de 51 anos, garantiram o almoço antes do meio-dia. “Tudo que eles fazem é com muito amor e capricho, estamos ansiosos para experimentar”, conta.
As atividades permanecem até as 17 horas com apresentações das invernadas e música ao vivo.
Confira o vídeo: