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CRIME

Adolescente acusa funcionário de escola estadual de assédio em São Leopoldo

Caso teria começado a partir de agosto, quando a estudante foi fazer cópias do currículo na secretaria da instituição

Publicado em: 05/12/2025 às 18h:13 Última atualização: 05/12/2025 às 18h:28
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Uma adolescente de 17 anos teria sido assediada por um funcionário da Escola Estadual Caic Madezzati, localizada no bairro Feitoria, em São Leopoldo. O caso teria ocorrido em agosto, quando a estudante fazia cópias do currículo na secretaria da escola. Ela passou seu celular para o profissional para que ele fizesse a impressão do arquivo. A partir de então, relata que começou a receber mensagens através do aplicativo WhatsApp.

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O caso ocorreu em agosto, quando a estudante foi fazer cópias do currículo na secretaria da escola



O caso ocorreu em agosto, quando a estudante foi fazer cópias do currículo na secretaria da escola

Foto: Renata Strapazzon/GES-Especial

Conforme os familiares, no início eram conversas normais, como dois amigos interagindo, porém, em seguida, o homem teria começado a enviar mensagens de duplo sentido e fazendo elogios para a estudante, que respondia por educação, até perceber que a situação estava ficando cada vez mais insustentável. Entre as mensagens, ele teria dito que queria esperá-la na saída da escola e buscá-la.

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Além das mensagens, familiares contaram que o homem também passava pela estudante na escola, quando a via sozinha, e tratava de assuntos semelhantes aos do WhatsApp. A adolescente ficou com medo de revelar aos pais o que estava acontecendo e acabou não contando nada.

Conforme a família da jovem, o pai foi chamado até a escola para resolver outras questões no último dia  28 e a própria escola começou a questioná-lo sobre o que ele sabia sobre o assunto. A escola teria informado ao pai que tudo tinha sido resolvido, porém, conforme familiares, o homem seguia trabalhando no local.

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O pai, então, teria questionado a escola sobre quais medidas seriam tomadas, e a resposta recebida teria sido que a instituição conversou com o profissional e que tudo estava resolvido, sem a necessidade de levar o caso para as autoridades. Diante da situação, a família registrou um boletim de ocorrência.

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CRE esta seguindo os protocolos

Conforme a ouvidoria da 2.ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), a denúncia chegou até o órgão oficialmente na quinta-feira (4) e a Coordenadoria está seguindo todos os protocolos acionados. A escola e a CRE não confirmaram se o funcionário segue atuando na instituição ou se foi afastado.

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Inquérito será instaurado

De acordo com a delegada Michelle Arigony, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de São Leopoldo, será instaurado um inquérito policial para a apuração dos fatos.

Segundo a diretora da escola, Maria Suzana Gaspar da Silva, todas as medidas cabíveis ao colégio foram tomadas, a situação foi levada à CRE, e a instituição aguarda o resultado do protocolo aberto.

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