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SÃO LEOPOLDO

Ainda é possível se cadastrar para ser doador de medula óssea; ação ocorre nesta sexta, no Hospital Centenário

Iniciativa ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e o governo do RS; saiba mais

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Publicado em: 16/07/2026 às 17h:08 Última atualização: 16/07/2026 às 17h:08
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Ainda é possível participar da ação especial de cadastro de doadores de medula óssea, que ocorre nesta sexta-feira (17), no Hospital Centenário, em São Leopoldo.

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A iniciativa, que é uma parceria entre o hospital leopoldense, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsad) e o governo do Estado, acontece nas dependências da casa de saúde, e tem vagas limitadas.

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Hospital Centenário fará ação para cadastrar doadores de medula óssea



Hospital Centenário fará ação para cadastrar doadores de medula óssea

Foto: Jefferson Couto/Prefeitura São Leopoldo

Para participar da ação, é necessário ter entre 18 e 35 anos, apresentar documento oficial de identidade com foto e estar em bom estado geral de saúde. Pessoas com doença infecciosa ou incapacitante, ou com histórico de doença neoplásica, hematológica ou do sistema imunológico, não podem realizar a doação. Outras condições de saúde são avaliadas caso a caso, sem que isso represente impedimento automático.

Como é feito o cadastro

O Hospital enfatiza que o processo de cadastro é rápido e acolhedor. O voluntário assina um termo de consentimento livre e esclarecido, preenche uma ficha com informações pessoais e passa por uma coleta simples de sangue, utilizada para identificar suas características genéticas e incluir seu perfil no banco nacional de doadores. Quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores são as chances de compatibilidade para pacientes que aguardam um transplante em todo o país.

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Interessados podem realizar o agendamento pelo Zap da Saúde São Léo, no WhatsApp (51) 99557- 8541.

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“Chance de salvar uma vida”

O Hospital Centenário ressalta que tornar se um doador de medula óssea é um gesto de extrema nobreza e um ato de solidariedade que representa, para muitos pacientes diagnosticados com doenças graves do sangue, como leucemias, linfomas e anemias aplásticas, a única esperança real de cura e sobrevivência.

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Como a probabilidade de encontrar um doador compatível fora do círculo familiar é extremamente baixa, chegando a apenas uma em cem mil pessoas, manter um cadastro de doadores voluntários amplo e diversificado é fundamental para aumentar as chances de sucesso nos transplantes em todo o país.

“Para muitos pacientes com leucemia, linfoma ou anemia aplástica, a medula óssea é a única chance real de cura. Como a compatibilidade fora da família é rara, cada nova pessoa cadastrada aumenta as chances de salvar uma vida”, destaca a enfermeira Fernanda Estrella, uma das responsáveis pela ação.

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