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SÃO LEOPOLDO

Aldeia Sesc Capilé termina com show nacional e já pensando na edição 2026

18ª edição do evento encerrou neste domingo com Banda Maneva e grande público na Praça do Imigrante; veja fotos

Priscila Carvalho
Publicado em: 13/10/2025 às 13h:30 Última atualização: 13/10/2025 às 13h:31
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A aceitação do público sobre a Aldeia Sesc Capilé 2025 já está fazendo a organização do evento refletir sobre a possibilidade de levar a programação novamente para a Praça do Imigrante no ano que vem. A 18ª edição da iniciativa encerrou na noite deste domingo (12), com show nacional da banda de reggae Maneva, de São Paulo, que levou milhares de pessoas ao local. E já há data para o vento em 2026: ele deve ser realizado de 21 a 25 de outubro. 

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“A avaliação que a gente sempre faz é o feedback das pessoas e as conversas enquanto estamos aqui. E o pessoal adorou! É um local mais amplo, que fica junto da Ponte 25 de Julho. A praça está toda revitalizada e a acessibilidade é melhor”, enumerou a diretora do Sesc São Leopoldo, Andrea Guedes, destacando que a praça é central e muitas pessoas que acessavam a cidade, acabavam parando, mesmo não sabendo que a Aldeia Sesc estava acontecendo ali.

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Maioridade

A Praça do Imigrante foi escolhida para receber o evento, pois o Museu do Trem, onde ele costumava ocorrer, está em obras. “O museu é mais fechadinho, é uma aldeia mesmo, todo cercado. Mas aqui a gente fez dois palcos e tínhamos atividades simultâneas nos dois. E para as crianças aqui tem bem mais espaço, tivemos brinquedos infláveis e as oficinas durante a semana”, disse Andrea.

A diretora exaltou ainda que o evento completou 18 anos de realização na cidade. “Atingimos essa maioridade, fomos agraciados com a lei de estar agora no calendário municipal de eventos, então, a Aldeia não sai daqui e nem sairia, porque a comunidade já aceitou esse evento, sempre prestigia. E eu acho que é um presente para a cidade. Vimos esse ano que muita gente diferente veio, pessoas que nunca tinham vindo. Isso também é legal.”

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Diversas atrações

Neste domingo (12), o encerramento da iniciativa se deu com a Banda Maneva, mas a programação contou com várias atrações durante todo dia. Logo pela manhã, a corrida de rua Aldeia Run teve a participação de 400 atletas e 50 crianças. À tarde, houve Aldeia em Família, com oficinas recreativas e culturais; Contação de História com Indiara Tainan; e o espetáculo teatral de bonecos gigantes “MIRA”, do Grupo De Pernas Pro Ar.

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A Praça do Imigrante também recebeu Feirinha da Aldeia, Praça de Alimentação e Brinquedos Infláveis Sesc, além da entrega do Mural “Território & Saberes – Lugares de Memórias”, feito pelo artista Feu Cardoso. “Também tivemos atividades descentralizadas. No sábado (10), fizemos uma ação em lares de idosos, levando música clássica, em parceria com a Presto, e foi bem emocionante”, comentou Andrea.



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Diga-Diga foi um dos destaques

Outro grande momento deste Aldeia Sesc Capilé destacado por Andrea foi a apresentação musical do Diga-Diga: Vozes dos Anos 80 e Banda Diga-Diga com participação de Ernesto Fagundes, na noite do sábado (10). “Muitas pessoas daquela época vieram, porque o Diga Diga realmente foi um evento que marcou o município da década de 1980. Passaram no palco do Teatro Independência quase 4 mil artistas”, recordou.

Dez pessoas representaram os artistas que passaram pelo projeto, se apresentaram na Aldeia e foram homenageadas. Entre elas, está a artista Claudia Severo, que atuava com Teatro. “É uma emoção você ser lembrada pelo seu trabalho, pelo que você já fez pela cidade. Com esse resgate – não só pra mim, como para todos que participaram – a gente se sente preterido, amado, valorizado como artista local”.

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