Imagine as laterais da estrada coberta com folhas secas, praticamente um tapete colorido com tons de amarelo, vermelho, marrom e laranja, um verdadeiro cenário de filme.

Foto: Lana Maldaner
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Marca registrada da Serra Gaúcha, os plátanos decoram o trajeto entre as 14 cidades pertencentes à Rota Romântica: São Leopoldo, Novo Hamburgo, Estância Velha, Ivoti, Dois Irmãos, Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Presidente Lucena, Linha Nova, Picada Café, Nova Petrópolis, Gramado, Canela e São Francisco de Paulo.
Origem:
O plátano não é nativo do Brasil. Segundo a Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), a árvore é natural da Europa, mas especificamente da Espanha, e foi trazida por imigrantes que se estabeleceram no sul do Brasil durante o século XIX.
Podendo atingir até 40 metros de altura, o plátano possui frutos espinhosos, marrons, com várias sementes, que se dispersam com o vento. Para produzir mudas, é preciso utilizar sementes ou galhos.
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Foto: Rota Romântica
Importância e valorização:
Para a presidente da Rota Romântica, Terezinha Marina Kuhn Haas, o plátano é o grande símbolo da associação. “Você sabe que chegou à Rota ao cruzar o túnel dos plátanos. Ele é um atrativo natural e simbólico das quatro estações ao longo do caminho e, nesta época de outono, o cenário fica ainda mais bonito.”
VEJÁ VÍDEO: