abc+

INDÚSTRIA CALÇADISTA

"Os pagamentos seguem uma ordem cronológica": Veja manifestação da Paquetá sobre débitos trabalhistas

Assessoria jurídica de calçadista falou ao ABCmais sobre a situação que envolve ex-funcionários; veja os detalhes

Juliana Dias Nunes
Publicado em: 02/10/2025 às 15h:21 Última atualização: 02/10/2025 às 15h:31
Publicidade

A Paquetá The Shoe Company, com matriz em Sapiranga, encerrou suas atividades em março deste ano. A companhia tem débitos em aberto com ex-colaboradores. Em relatos ao ABCmais, ex-funcionários contam que aguardam pagamentos entre 2 e 7 anos com valores de R$ 7 mil a mais de R$ 100 mil.

Publicidade

CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NA COMUNIDADE DO ABCMAIS NO WHATSAPP

Nesta quinta-feira (2), o escritório MSC Advogados, responsável pela assessoria jurídica da Paquetá, enviou uma nota para esclarecer a situação.

Lotes da Paquetá foram vendidos via leilão judicial | abc+



Lotes da Paquetá foram vendidos via leilão judicial

Foto: Divulgação/JR Leilões

LEIA TAMBÉM: Calçadista fecha fábrica na região e demite 135 funcionários

A MSC informou à reportagem que desde o encerramento das atividades fabris vem realizando pagamentos mensais referentes às dívidas trabalhistas.

Publicidade

Ainda segundo o escritório, os recursos têm origem no leilão do prédio que sediava a companhia, arrematado em maio deste ano por R$ 46,2 milhões. “Os pagamentos seguem uma ordem cronológica, estabelecida pela Justiça do Trabalho, por faixa de valor. Até o momento, já foram quitados mais de R$ 6 milhões”, diz a nota.

CLIQUE AQUI PARA RECEBER NOSSA NEWSLETTER

“Em alguns casos, eventuais atrasos decorrem da recusa de representantes de ex-colaboradores em aceitar propostas de acordo”, destaca o advogado Mauricio Noll, do escritório KW Advocacia — responsável pela assessoria trabalhista da empresa.

Publicidade

Entre os ex-colaboradores que aguardam o pagamento há moradores de cidades onde a empresa contou com produções, como Sapiranga, Recife (PE) e Teutônia. “Eu já estou perdendo as esperanças de receber o restante das parcelas“, diz um ex-funcionário que atuava na unidade de Recife.

Publicidade