A região segue mobilizada para impedir que o tarifaço Trump avance. Caso passe a valer a cobrança de 50% sobre produtos brasileiros que entrarem nos EUA a partir de 1º de agosto, diversos setores gaúchos serão afetados. Pensando nisso, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) solicitou uma audiência com o cônsul dos Estados Unidos no Brasil.
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A entidade empresarial informou ao ABCmais nesta terça (15), que uma carta foi enviada ao encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Gabriel Escobar.
No documento, a ACI solicita, em nome dos seus associados e em solidariedade a milhares de empresas brasileiras impactadas, a abertura de um canal diplomático direto entre o Governo dos Estados Unidos e as entidades de classe e federações representativas do setor produtivo nacional.
“Tal iniciativa permitiria a construção de uma agenda transparente, técnica e pragmática, voltada à resolução de entraves comerciais e à preservação das históricas relações de parceria econômica entre os dois países”, explica o presidente da ACI, Robinson Klein, que assina a carta, juntamente com o diretor Fauston Saraiva.
A entidade reitera que o empresariado brasileiro preza pelo “livre comércio, pela segurança jurídica e pelo fortalecimento dos laços bilaterais com os Estados Unidos da América“.
A entidade regional pretende apresentar pessoalmente os pleitos do setor e propor caminhos viáveis para a retomada do equilíbrio comercial.