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ECONOMIA

Crédito do Trabalhador: Senado aprova empréstimo com juros mais baixos para CLT e motoristas de aplicativo

Texto também engloba entregadores por aplicativo e segue para sanção presidencial

Publicado em: 03/07/2025 às 14h:25 Última atualização: 04/07/2025 às 08h:12
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Nesta quarta-feira (2), o Senado aprovou o texto que regulariza o empréstimo consignado para os trabalhadores do setor privado, assim como os motoristas de aplicativo.

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CONFIRA: Crédito do Trabalhador: Saiba como pegar empréstimos com juros mais baixos

Texto, que engloba motoristas e entregadores por aplicativos, segue para sanção presidencial  | abc+



Texto, que engloba motoristas e entregadores por aplicativos, segue para sanção presidencial

Foto: Freepik

Originalmente, o projeto da MP 1292/2025 surgiu no governo federal, com a instituição do programa Crédito do Trabalhador. Ela foi publicada em março, mas perderia a validade se não fosse aprovada pelo Congresso até 9 de julho.

O texto agora segue para sanção. Segundo o relatório, a medida provisória não terá impacto fiscal.

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Como funciona

O texto permite que empréstimos consignados sejam feitos por trabalhadores do setor privado em plataformas digitais, seja por canais dos bancos ou pelo aplicativo da carteira de trabalho. Após solicitar a proposta pela carteira, o trabalhador recebe ofertas em até 24 horas.

As regras valem para trabalhadores regidos pela CLT, empregados domésticos, rurais e diretores não empregados com direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Durante tramitação em comissão especial, congressistas incluíram motoristas e entregadores por aplicativos no acesso a esse tipo de crédito.

Alguns integrantes de oposição ao governo posicionaram-se contra o conteúdo, afirmando que estimula o endividamento da população. “Não é a solução. Se aumenta o endividamento das pessoas, oferecendo-se um juro extorsivo e com chance de inadimplência muito grande”, disse o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).

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Segundo o Executivo, a MP pode triplicar o volume de crédito para trabalhadores do setor privado, de R$ 40 bilhões para R$ 120 bilhões.

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“Esse programa talvez seja o mais revolucionário no médio prazo. São 47 milhões de pessoas que hoje estão pagando mais de 5% ao mês de juros no crédito pessoal. Com essa garantia que vai ser oferecida, as taxas podem cair 50% ou mais”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a cerimônia de lançamento da MP.

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