Raphael Sousa Oliveira, criador da famosa página nas redes sociais Choquei, foi preso junto com MC Ryan SP e Poze do Rodo, na manhã desta quarta-feira (15).

Foto: Reprodução
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Os três foram presos na Operação Narco Fluxo da Polícia Federal, contra a lavagem de dinheiro. Todos os suspeitos podem responder pelos crimes de associação criminosa, de lavagem de dinheiro e de evasão de divisas.
Até o momento, a defesa de Raphael Sousa ainda não foi encontrada pela reportagem do ABCmais. O espaço permanece aberto para manifestação.
A defesa de Poze do Rodo afirmou à CNN Brasil que não tem conhecimento dos autos ou do teor do manado de prisão. “Com os acessos aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”. completaram.
A defesa de MC Ryan SP, em nota ao portal de notícias, também afirmou que não teve acesso ao procedimento, que estaria tramitando sob sigilo.
O que diz a defesa de MC Ryan SP
“A defesa técnica de MC Ryan informa, de forma respeitosa, que até o presente momento não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos.
Ressalta-se, contudo, a absoluta integridade de MC Ryan, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras. Todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos, o que sempre foi observado de maneira contínua e responsável.
A defesa confia plenamente que os esclarecimentos necessários serão prestados oportunamente, acreditando que, já no início da investigação, a verdade dos fatos será devidamente demonstrada.“
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Sobre a Operação
A operação é um desdobramento de investigações anteriores, que identificaram a atuação do grupo em esquemas de lavagem de dinheiro. Segundo a apuração, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de valor alto, transporte de dinheiro em espécie e transações em criptoativos. O grupo chegou a movimentar mais de R$ 1,6 bilhão.
O objetivo da operação é desmantelar a associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores mediante criptoativos no Brasil e no exterior, conforme a PF.
Foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além de 39 de prisão temporária, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.