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INCÊNDIOS

Estátuas da Havan: Luciano Hang denuncia onda de ataques simultâneos em 4 estados

Tentativa de incêndio nas estruturas das lojas aconteceram praticamente no mesmo horário nos quatro locais, afirma o empresário

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Publicado em: 12/04/2026 às 15h:11 Última atualização: 12/04/2026 às 15h:12
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Estátuas da rede varejista Havan foram atacadas em quatro estados brasileiros durante a semana, segundo o empresário Luciano Hang

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Os alvos foram unidades em Natal (RN), São Luís (MA), São Pedro da Aldeia (RJ) e Valparaíso (GO), onde as estruturas sofreram tentativa de incêndio.

O dono da rede de lojas de Santa Catarina denunciou os episódios da madrugada da quarta-feira (9) por meio de vídeo publicado nas redes sociais.

Tentativas de incendiar as estátuas da Havan aconteceram em 4 estados, denuncia Luciano Hang | abc+



Tentativas de incendiar as estátuas da Havan aconteceram em 4 estados, denuncia Luciano Hang

Foto: Redes sociais

Os ataques, de acordo com Hang, aconteceram praticamente no mesmo horário nas quatro localidades. A empresa trabalha com a hipótese de ação coordenada. A simultaneidade dos episódios em estados distintos levanta suspeitas sobre possível organização entre os responsáveis.

Luciano Hang manifestou preocupação com a possibilidade de coordenação entre os episódios. “Isso não é coincidência. Estamos falando de ataques acontecendo ao mesmo tempo, em estados diferentes. Para mim, isso tem características claras de ação organizada e precisa ser investigado com seriedade. Não podemos tratar como casos isolados”, afirmou Hang.

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Além dos quatro ataques registrados na madrugada de quarta-feira, episódios semelhantes já haviam sido registrados anteriormente em outras três cidades: São Carlos (SP), Porto Velho (RO) e Petrolina (PE).

A empresa também registrou tentativas frustradas em outras unidades, sem especificar o número exato de ocorrências.

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O empresário destacou a necessidade de medidas mais firmes diante da repetição dos ataques. “Quando crimes como esse se repetem, em vários lugares, e muitas vezes sem responsabilização, a sensação é de impunidade. Precisamos de uma resposta firme. Isso não pode continuar acontecendo”, disse.

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A Havan acionou as autoridades locais. A empresa está reunindo imagens e dados para colaborar com as investigações. A expectativa é de que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados pelos ataques.

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A rede varejista disponibilizou um canal para recebimento de denúncias e informações que possam auxiliar na apuração dos fatos, por meio do telefone 0800 517 0051.

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Veja o vídeo

 

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