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"Quem decide sobre Jaques Wagner é o Lula, mas eu optaria por substituí-lo, diz Luiz Marinho

Declaração foi dada uma semana após operação da PF, relacionada ao Master, que teve petista como alvo

Publicado em: 24/06/2026 às 14h:59 Última atualização: 24/06/2026 às 15h:00
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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), afirmou nesta quarta-feira, 24, que seria compreensível que o líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA), deixasse temporariamente o cargo enquanto são apuradas, pela Polícia Federal (PF), suspeitas envolvendo sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.

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Companheiro de partido de Jaques Wagner há décadas, Marinho ressaltou que tem respeito pela atuação do senador na articulação política do governo no Congresso e afirmou não saber qual será a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda assim, disse que, em sua avaliação pessoal, seria justificável a substituição temporária da liderança do governo no Senado.

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Luiz Marinho | abc+



Luiz Marinho

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Às vezes, a pessoa tem que deixar a sua posição para se defender. De repente, se justifica deixar a liderança e o presidente nomear outra liderança. É o que eu faria. Estou falando uma avaliação pessoal. Quem decide é o presidente Lula”, afirmou a jornalistas, durante evento de anúncio da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) – Mensal, na sede do Ministério, em Brasília (DF).

Marinho disse ainda que entrou em contato com Jaques Wagner após a operação da PF para manifestar solidariedade e evitar qualquer julgamento antecipado.

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“Liguei para o Jaques um dia posterior à operação para prestar a minha solidariedade, porque eu sei que ele sofreu uma devastação em 2018 e comprovou-se sua inocência. Eu torço para que, de fato, não tenha absolutamente nada em relação a ele no caso Master.

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