Nos últimos anos, o Rio Grande do Sul tem registrado aumento nos ataques de cobras venenosas. Conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), no recorte de 2023 até dia 23 de fevereiro deste ano, foram 2.490 casos, sendo mil em 2023, 1.190 em 2024. Em 2025, em um período de menos de dois meses, o ano já acumula 300 picadas do animal peçonhento.

Foto: Butantan/Divulgação
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De acordo com a pasta, as espécies que mais atacaram pessoas nesse período pertencem ao gênero Bothrops, que engloba as jararacas e as cruzeiras.
Números de ataques de jararacas e cruzeiras
- 2023 – 586
- 2024 – 653
- 2025 – 125 (até 23 de fevereiro)
No ano passado, duas pessoas morreram no Estado devido ao ataque de jararacas. Um desses casos foi no dia 10 de janeiro de 2024, quando Fábio Marcelo Kunz, de 41 anos saiu para capinar em uma lavoura na zona rural de Três Coroas, no Vale do Paranhana.
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No ano anterior, nenhuma morte foi registrada no território gaúcho em decorrência de ataque de cobras.
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O que fazer ao encontrar uma cobra
A SES recomenda que, para evitar a aproximação desses animais, as pessoas “mantenham os arredores das residências limpos, grama aparada, sem acúmulo de entulhos ou lixo, evitando assim a proliferação de roedores, que são as principais presas destas serpentes”.
No caso de avistamento de cobras em áreas urbanas ou em casas, a regra é evitar a aproximação e chamar o órgão de proteção animal do município ou o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. As entidades devem realizar o recolhimento do bicho.
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Em caso de picada, o que fazer
Em caso de ataque, ajuda médica deve ser procurada o mais rápido possível. Além disso, a SES também orienta ligar para o Centro de Informação Toxicológica do RS, pelo número 0800-721-3000, com plantão 24 horas.
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