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ARACNÍDEO

Nova espécie de escorpião minúsculo surge no Brasil; animal tem menos de 2 centímetros

Estudo foi publicado sobre animal minúsculo que configura menor escorpião já encontrado na região amazônica

Publicado em: 09/09/2025 às 15h:55 Última atualização: 09/09/2025 às 15h:55
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Geralmente, escorpiões encontrados no Brasil possuem cerca de 7 centímetros. Porém, uma nova espécie foi descoberta e é minúscula. Com apenas 2 centímetros, o Microtityus adriki n. sp. é um dos menores da região amazônica.

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Microtityus adrik é um pequeno escorpião, que mede entre 1,2 e 1,9 centímetros | abc+



Microtityus adrik é um pequeno escorpião, que mede entre 1,2 e 1,9 centímetros

Foto: Rogério Bertani/Divulgação

O pequeno escorpião, que mede entre 1,2 e 1,9 centímetros, foi encontrado em Cantá, em Roraima, no Norte do Brasil, em 2024. Esta é a segunda espécie do Microtityus Kjellesvig-Waering, 1966 encontrada no País.

Os pesquisadores, que analisaram o espécime macho do escorpião encontrado na Amazônia, publicaram um estudo sobre o minúsculo animal na revista científica Zoosystema. Segundo a pesquisa, o nome “Adriki” é em homenagem a um aracnologista brasileiro, o doutor Adriano B. Kury.

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Esse pequeno aracnídeo é amarelo escuro, coberto por pequenas pintinhas marrons-avermelhadas. Pela coloração, se camuflam muito bem em folhas e pedras, conforme os pesquisadores. 

Os Microtityus adriki, analisados na pesquisa, foram encontrados usando lanternas com luz UV durante a noite, em meio a partes rochosas de regiões de floresta e serapilheiras. Ela é a camada de material orgânico que se forma no solo das florestas, composta de folhas, dejetos de animais, galhos, etc.

“Durante a captura, eles comprimiam os corpos e pernas contra as pedras, dificultando a coleta deles com as pinças”, explicaram.

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Já no laboratório, os cientistas notaram que os animais continuaram imóveis, o que lembrou a tanatose. A prática, usada como forma de defesa ou ataque por diferentes animais, é quando eles fingem que morreram, permanecendo sem se mexer.

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Quanto ao veneno, ainda não foi analisado pelos cientistas.

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